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Trabalhar na UE

Está em vigor um novo sistema de recrutamento na União Europeia. A meta é acelerar o processos de selecção para cargos na EU para que estes não demorem mais de que cinco a nove meses.
31.03.2010 | Por Cátia Mateus


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As instituições europeias estão a facilitar os métodos de recrutamento para minimizar o tempo de selecção. A meta é que um candidato não demore mais do que cinco a nove meses a ser recrutado, tornando com isto possível criar vários ciclos anuais de selecção de profissionais, com um calendário fixo. A primeira fase de recrutamento com o novo modelo já decorre e está acessível a cidadãos dos 27 estados-membros.

Administração Pública Europeia, Direito, Economia, Auditoria e Tecnologias e Comunicação, são as cinco grande áreas que este ano merecem o esforço de recrutamento das instituições europeias, segundo Nicholas David Bearfield, director do Serviço Europeu de Selecção de Pessoal (EPSO). O responsável evidencia os benefícios de um novo modelo de selecção cuja avaliação se baseia nas necessidades e nas competências reais das funções a concurso e esclarece que desde 2003, o EPSO recebeu mais de 350 mil candidaturas que geraram cerca de 10 mil recrutamentos efectivos.

Mais rápido, mais simples e mais célere já que envolve menos etapas do que o anterior processo de selecção, o novo modelo do EPSO introduziu um plano rotativo de três anos no âmbito do qual as instituições avaliam periodicamente as suas necessidades de pessoal. A partir daqui serão organizados concursos anuais para recrutamento em três ciclos, destinados aos administradores, aos assistentes e aos linguistas que serão posteriormente complementados com concursos individuais para especialistas em diversas áreas.

Para pôr fim à espera dos candidatos por uma resposta, que chegava a durar dois anos, as listas de candidatos aprovados só será válida até aos concursos do ano seguinte. Os responsáveis acreditam que o novo modelo melhorará a qualidade e a fiabilidade do processo. O recrutamento será constituído unicamente por duas fases: uma de testes de pré-selecção realizados por computador nos diferentes países da UE e outra de avaliação que terá lugar em Bruxelas. Ainda assim, a fase de pré-selecção continuará a incluir testes de capacidade cognitiva e de julgamento situacional e de competências profissionais e linguísticas, consoante o perfil pretendido.

Em Portugal, a Direcção-geral dos Assuntos Europeus do Ministério dos Negócios Estrangeiros prestará todo o apoio aos candidatos interessados em explorar as hipóteses de uma carreira em qualquer uma das instituições europeias.



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