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MODATEX qualifica no têxtil

MODATEX qualifica no têxtil

Desde 2012 que o MODATEX promove uma formação destinada a reconverter e potenciar a empregabilidade de profissionais desempregados para os vários ramos do sector têxtil.

14.11.2014 | Por Cátia Mateus


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O MODATEX – Centro de Formação Profissional da Indústria Têxtil, Vestuário, Confecção e Lanifícios, tem em marcha um projeto inovador que visa aumentar a empregabilidade e elevar o nível de qualificação dos profissionais do sector têxtil nacional. O programa Formar para Empregar foi criado em 2012 e desde então já qualificou 476 profissionais, alcançando uma taxa de empregabilidade global de 96%. O reconhecimento da relevância do programa e do seu potencial, está a atrair para o projeto um número crescente formandos.

Criado a partir de um protocolo celebrado entre o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), a Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP), a Associação Nacional das Indústrias de Vestuário e Confecção (ANIVEC/APIV) e a Associação Nacional dos Industriais de Lanifícios (ANIL), o MODATEX tem como objetivo contribuir para a melhor coordenação estratégica e operacional da formação no setor têxtil, respondendo de forma eficaz às necessidades de qualificação, aperfeiçoamento e reconversão das pessoas e das organizações e apoiando tecnicamente a Indústria Têxtil e de Vestuário. É neste modelo de atuação que se centra o programa Formar para Empregar. Nos últimos dois anos, o projeto tem sido apontado como um caso de sucesso no combate ao desemprego e na promoção da empregabilidade.

“Com um índice de empregabilidade superior a 96% no primeiro semestre deste ano, esta iniciativa procura ir de encontro às necessidades das empresas do setor, contribuindo assim para a modernização e qualificação/requalificação da mão-de-obra”, explica fonte do MODATEX. Com um modelo de intervenção centrado na formação em contexto de trabalho que articula a procura com a oferta em determinadas indústrias e zonas geográficas, o Formar para Empregar tem, como o próprio nome indica, formado profissionais com novas competências, inserindo-os no mercado de trabalho. O projeto teve a sua origem em empresas do concelho do Barcelos, mas esta já implementado também nos concelhos de Viana do Castelo, Porto, Póvoa de Varzim, Braga, Vila Verde, Vila Nova de Famalicão, Guimarães, Vila Nova de Gaia, Viseu, Seia, Covilhã e Castelo Branco, abrangendo áreas como a costura e a confeção industrial, tecelagem ou estamparia.

O processo é simples. Uma vez identificadas as necessidades de cada empresa, são contactados os serviços públicos de emprego locais a quem cabe divulgar as várias ações de formação agendadas e apoiar o processo de seleção dos candidatos. Cada ação dura em média 320 horas e tem características próprias, adaptando-se às necessidades da empresa, ao contexto em que esta se insere e ao local onde vai decorrer a formação, conferindo no final uma certificação a quem a frequente. Desde que foi lançado em 2012, o programa já emitiu 476 certificações. Em 2013, a iniciativa ajudou qualificar 303 profissionais, dois quais 78% garantiram integração no mercado de trabalho. No primeiro semestre deste ano, entre os 173 formandos que frequentaram as ações, 169 garantiram um emprego. 



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