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Universidades portuguesas entre as melhores do mundo

Universidades portuguesas entre as melhores do mundo

A qualidade do ensino superior nacional é reconhecida em todo o mundo. São diversas as universidades portuguesas presentes em rankings mundiais que atestam desde a atividade científica produzida até à relação com o mundo empresarial e do trabalho. Esta exposição atrai mais alunos para as escolas, potencia sinergias com a comunidade e aumenta as possibilidades de emprego.
23.11.2012 | Por Maribela Freitas


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As universidades portuguesas marcam presença nalguns dos mais reputados rankings que avaliam o ensino superior em todo o mundo. Estão entre as melhores do seu género e possuem índices de empregabilidade que rondam os 90%. Nestas escolas os alunos são desafiados academicamente, envolvem-se em projetos diversos e na altura de terminarem os seus estudos estão mais perto de encontrar um lugar no mercado de trabalho. A Universidade do Porto (UP) está entre as 100 melhores da Europa em cinco rankings e entre as 350 melhores do mundo em sete rankings. “Estar entre as 500 melhores do mundo significa que a UP e outras universidades portuguesas integram um universo muito reduzido, cerca de 3%, das cerca de 20.300 instituições de ensino superior em todo o mundo que são classificadas pelos rankings internacionais mais prestigiados”, explica António Marques, vice-reitor da UP para as relações internacionais. A Times Higher Education é um dos rankings onde tanto a UP como a Universidade de Aveiro (UA) e a do Minho figuram. A título de exemplo aqui é avaliada a atividade científica e de ensino, o ambiente internacional e as relações com o mundo empresarial e do trabalho. “Os rankings são hoje acompanhados com muita atenção em todo o mundo, não apenas pelas universidades, como também pelos estudantes, famílias, entidades empregadoras, empresas e instituições e pelas sociedades como um todo”, revela António Marques. São ainda instrumentos que pesam na escolha de uma instituição de ensino superior. Tanto assim é que há cinco anos a UP tinha 1913 estudantes estrangeiros. Hoje são 3700 correspondendo a 12% dos seus alunos, oriundos de 110 países de todos os continentes. Nesta escola 90% dos licenciados obtém o primeiro emprego entre os seis e os 18 meses após a conclusão do grau. Para o vice-reitor da UP e numa economia global, “as entidades empregadoras têm necessidade de olhar para as melhores instituições de ensino superior em todo o mundo para fazerem o recrutamento dos seus quadros”. É neste contexto que a UP tem trabalhado, potenciando um ambiente académico estimulante e que auxilie os estudantes a inovar, requisito indispensável para singrar no actual mercado de trabalho. Também a UA é uma presença contante em diversos rankings internacionais, como o já citado Times Higher Education. Integra ainda o ranking de Taiwan e no de Leiden, entre outros, que avaliam o desempenho científico, nomeadamente a capacidade de publicação de artigos científicos. “A presença nos rankings internacionais aumenta a visibilidade da UA e confere uma percepção positiva sobre a qualidade do trabalho desenvolvido”, considera Manuel António Assunção, reitor deste estabelecimento de ensino. Apostam numa rede de investigação, formação e cooperação em estreita colaboração com as instituições da região onde estão inseridos. “Esta permanente abertura permite antecipar necessidades e criar respostas formativas mais adequadas. Disponibilizamos estágios curriculares quer na formação inicial quer na pós-graduada, desenvolvemos programas de doutoramento em ambiente empresarial e criamos condições para uma efectiva integração no mercado de trabalho”, salienta Manuel António Assunção. E falando de integração laboral, na Católica Lisbon School of Business&Economics (CLSBE) 100% dos alunos são colocados no mercado de trabalho até três meses após o término do programa. Além disso, 83% dos alunos asseguram emprego ainda antes de concluírem o programa, com 22% a receberem diversas ofertas de trabalho. Para Francisco Veloso, Dean desta escola o segredo está “na grande aposta na qualidade e na internacionalização a todos os níveis”. Integrada nos rankings do Financial Times desde 2007 estando avaliada como a melhor business school em Portugal, esta visibilidade facilita a captação de bons alunos e de fortes parceiros empresariais. Houve também um crescimento no número de candidaturas e alunos em todos os programas, desde licenciaturas, mestrados e programas de executivos. Francisco Veloso conta que “devido à nossa estreita ligação ao mundo empresarial, os programas são ajustados de acordo com as necessidades do mercado”. Consequentemente, acrescenta, “os nossos alunos adquirem ferramentas que são valorizadas pelos empregadores”. Ainda em relação à Universidade Católica Portuguesa, a Católica Global School of Law foi considerada este mês pelo Financial Times como uma das mais inovadoras escolas de direito mundiais, referindo-a como pioneira no ensino e investigação do direito transnacional. Já a Nova School of Business & Economics (Nova SBE) foi novamente este ano, pela quinta vez consecutiva, a escola portuguesa na primeira posição do ranking internacional da Eduniversal. Cada vez mais as instituições de ensino portuguesas integram os rankings internacionais, o que demonstra que aposta na qualidade da formação e investigação cresce em território nacional.


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