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Prime IT contrata 150

Prime IT contrata 150

Nos próximo cinco anos a tecnológica portuguesa Prime IT quer abrir dez novos escritórios a nível internacional e reforçar a sua presença em solo português. Uma operação de expansão que estará alicerçada território nacional e que a empresa está já a preparar com um reforço da sua equipa. Até ao final do ano estão previstas 150 novas contratações, 70 das quais estão já a decorrer.

19.03.2016 | Por Cátia Mateus


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Ao longo dos próximos três a quatro meses, 70 novos profissionais deverão integrar a equipa da Prime IT em Portugal, numa estratégia de crescimento e expansão global que prevê a contratação de 150 novos profissionais para a empresa até ao final do ano. A tecnológica portuguesa liderada por Ricardo Carvalho há muito que deu o salto para o mercado global, mas sua estratégia de crescimento continua a estar alicerçada em território português. Com as novas contratações agora anunciadas a tecnológica quer reunir as bases e a competência técnica necessária para consolidar um reforço do seu plano de expansão internacional que segundo Joana Leal, diretora executiva da Prime IT, prevê a abertura de dez novos escritórios fora de Portugal num horizonte de cinco anos.

Tecnologias de Informação (TI) e Telecomunicações são as áreas da empresa que deverão merecer maior investimento no reforço das equipas e absorver a quase totalidade das 150 contratações previstas para este ano, permanecendo as áreas de Energia e Infraestruturas, nesta fase, sem grandes alterações. “Neste momento, temos mais de 40 oportunidades em aberto para projetos de TI e 30 para projetos Telecom, com entrada imediata nas nossas equipas, tanto em projetos de âmbito nacional como internacional”, explica Joana Leal.

A diretora executiva da tecnológica portuguesa admite que para responder em pleno às necessidades atuais da empresa e dos seus clientes, face ao volume de projetos em curso, “seria necessário contratar no imediato, pelo menos, 120 novos profissionais nestas duas áreas”. Uma necessidade que Joana Leal reconhece não ser fácil de colmatar: “sabemos que não vamos conseguir recrutar isto, no imediato, no mercado nacional. Há poucos profissionais disponíveis, com a especificidade de valências necessárias nesta área”, explica adiantando que a Prime IT tem procurado contornar as dificuldades de contratação no sector com recrutamentos internacionais e intercâmbios entre profissionais portugueses e estrangeiros.

Segundo Joana Leal, na base da insuficiência de perfis disponíveis no mercado está não só o facto destes não serem formados em número suficiente e à velocidade necessária para dar resposta às empresas, mas também o facto de muitas empresas internacionais recrutarem em Portugal com condições muito aliciantes e de os próprios profissionais terem uma ambição de internacionalização de consolidarem percursos de carreira internacionais. Razão pela qual, para Joana Leal, "garantir que estes profissionais podem consolidar esta experiência internacional, mantendo a ligação à empresa e a Portugal, através de intercâmbios com clientes e parceiros internacionais da Prime IT, é a melhor forma de os reter e desenvolver na empresa”.

Da engenharia às humanidades
Os engenheiros informáticos e de telecomunicações ou perfis da área de Informática de Gestão, são foco de recrutamento da Prime IT, mas Joana Leal garante que a empresa não é restritiva e que há funções para as quais a reconversão profissional é uma importante fonte de talento. “Recentemente dinamizámos um projeto que permitiu a reconversão 20 profissionais de áreas como as humanidades, engenharia química, ensino e outras, colocando-os em funções tecnológicas”, reforça acrescentando que os profissionais que entram na empresa são sempre alvo de um processo de formação interno.

Nas contratações previstas para a empresa, a maior parcela ocupará posições em Portugal e Espanha, mas também noutros países europeus (como o Reino Unido, França ou Bélgica) onde a Prime IT tem projetos em curso. Em Portugal a empresa reforçará as suas equipas de Lisboa e Porto, onde detém escritórios próprios. Em Espanha, os profissionais ficarão concentrados em Madrid, onde a empresa desenvolve a maioria dos seus projetos, podendo contudo ocupar vagas em clientes da empresa noutras cidades.



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