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AEP quer formar 1870 PME até 2013

A formação não tem custos para as PME’s mas há obrigações a cumprir.
14.07.2011 | Por Cátia Mateus


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A Associação Empresarial de Portugal (AEP) quer envolver na rede do seu programa de formação de Pequenas e Médias Empresas (PME), cerca de 1870 organizações no horizonte de 2013. Paulo Nunes de Almeida, vice-presidente da AEP, explica que este programa que já soma sete edições se tem revelado vital para a modernização e atualização do tecido empresarial nacional. O programa de formação das pequenas e médias empresas estruturado pela AEP é financiado pelo Programa Operacional de Potencial Humano (POPH), representando um investimento de 27 milhões de euros que estão a ser aplicados desde 2010 e deverão continuar até 2013. Neste programa estarão envolvidos 1600 consultores e 1850 formadores cuja missão é conduzir o universo das PME’s nacionais rumo à qualificação e modernização. Segundo o vice-presidente da AEP, “este programa permite que as empresas entrem numa rede que vai fazer com que se modernizem e atualizem, trabalhando com consultores que ajustam o seu trabalho à medida da realidade de cada uma das organizações”. Paulo Nunes de Almeida enfatiza a ideia de que “as empresas viviam muito fechadas em si mesmas”. O programa conduzido pela AEP visa exatamente contrariar esta tendência de isolamento tanto mais que, como defende o responsável, “é necessária uma abertura das empresas de modo a enfrentarem os desafios, cada vez maiores, que se colocam ao tecido empresarial na atualidade”. Uma missão que os formadores deste programa de formação irão ajudar a alcançar. Neste processo, a AEP tem o papel de dinamizadora, envolvendo 33 associações locais de diversos pontos continente que fazem a ponte com as PME, de modo a que seja alcançada uma maior proximidade com quem trabalhará no terreno apoiando as empresas. Paulo Nunes de Almeida explica que “nada disto pode ser feito a contragosto e da parte das empresas tem sido notória uma predisposição muito grande para participar nestas ações, bem como uma sensação de que valeu a pena para os que já as frequentaram”. Os resultados desta intervenção formativa são medidos pela performance que as empresas têm após a frequência. O envolvimento no processo não acarreta custos para as empresas, mas é necessário que estas tenham a sua situação contributiva regularizada com a Segurança Social e as Finanças e não sejam detidas em mais de 25% do capital por outra empresa que não seja PME ou por capitais estrangeiros. As empresas não podem também ter beneficiado de apoios comunitários superiores a 200 mil euros nos últimos três anos.


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