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Oferta de emprego cresce na saúde

Oferta de emprego cresce na saúde

O aumento é tímido, mas merece destaque. Desde o início do ano que o setor da saúde tem vindo a gerar progressivamente mais oportunidades de emprego em território nacional, com única exceção no mês de maio.
07.07.2011 | Por Cátia Mateus


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Dizer que a área está imune à crise poderá pecar por ser uma visão irrealista, mas os dados revelam que desde janeiro de 2011, o número de ofertas para as várias profissões ligadas ao setor da saúde e bem-estar regista particular dinâmica. O ano arrancou com o recrutamento de médicos e enfermeiros em destaque. O setor registou no primeiro mês do ano 46 ofertas de emprego publicadas no site www.expressoemprego.pt e na sua versão impressa. Os meses que se seguiram foram de crescimento, com exceção do mês de maio onde as novas oportunidades geradas se resumiram a 29 anúncios publicados Este mês, a fasquia elevou-se novamente para níveis muito próximos dos alcançados no início do ano: 47 ofertas. Um número que deverá continuar a crescer, já que se perspetivam novas aberturas, maioritariamente fruto de investimentos do setor privado, para este ano. Na Trofa, por exemplo, o Grupo Trofa Saúde prepara-se para inaugurar o Hospital Privado de Alfena (HPA), em Valongo, no próximo mês de novembro. O novo hospital representa um investimento de 30 milhões de euros e será a única unidade privada de saúde de Valongo com um serviço de Urgência 24 horas/365 dias em especialidades como Pediatria, Medicina Geral e Familiar, Medicina Interna e Anestesia. Para manter em funcionamento a sua estrutura, o Grupo Trofa Saúde necessitará de recrutar 400 novos colaboradores, contando com um quadro médico superior a 200 profissionais. Mas apesar do seu dinamismo, os profissionais da saúde não foram os que mais oportunidades encontraram no mês passado, no Expresso. A liderança do ranking continua desde o início do ano nos perfis de marketing e vendas, que viram publicadas 120 ofertas para a sua área. Logo a seguir figuram os profissionais ligados às finanças, aos diversos ramos da engenharia (com particular enfoque para a engenharia mecânica), da Gestão e Comerciais. Evidenciando um clara aposta das empresas em integrar nos seus quadros os reforços certos para ultrapassar com o mínimo de mazelas, a adversidade económica. De resto, este reforço das valências comerciais das empresas por parte de quem recruta, é também visível numa análise setorial do ranking das oportunidades geradas. Indústria, construção civil e têxteis lideram as ofertas, seguidas das tecnologias, telecomunicações e Internet, Comércio e Serviços e também a área da saúde.


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