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“Há cada vez mais alunos com metas internacionais”

“Há cada vez mais alunos com metas internacionais”

António Gomes Mota é presidente da Business School do ISCTE (IBS). A instituição apresenta uma taxa de empregabilidade próxima dos 100% e é o exemplo de uma escola que procura dar resposta às ambições dos alunos, sem se desligar das necessidades das empresas.
28.01.2011 | Por Cátia Mateus


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No último concurso nacional de acesso ao ensino superior, a Business School do ISCTE (IBS) preencheu logo na primeira fase a totalidade das suas vagas. Esta unidade orgânica do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE-IUL), que tem como responsabilidade desenvolver atividades de ensino e investigação na área da Gestão, voltou alcançar os 100% de colocação, o que neste ano se traduziu na admissão de 480 jovens estudantes, mais 49 do que no ano anterior. Para António Gomes Mota, presidente da IBS, estes resultados confirmam que a instituição que lidera se destaca junto dos alunos pela qualidade do seu ensino, a elevada taxa de empregabiliadade e saídas profissionais que assegura e que resultam de uma estratégia assente num ensino com forte componente prática e uma ligação ao mundo empresarial desde o primeiro ano de licenciatura.

O curso de Gestão do ISCTE registou no último concurso nacional de acesso ao ensino superior 1.606 candidatos destacando-se, segundo a instituição, de todas as outras universidades do país. Apesar do número de vagas ter aumentado face ao ano anterior, só 200 alunos entraram para esta licenciatura, o último dos quais com uma média de 16,3 valores. Gomes Mota congratula-se por esta adesão dos estudantes à instituição a que preside e reconhece que este sucesso resulta da combinação de vários fatores. “O IBS regista uma taxa de empregabilidade próxima dos 100% e isso deve-se à preparação que damos aos nossos alunos, procurando que este vivam de muito perto a empresa e analisem de forma prática as organizações desde o primeiro ano do curso”, explica o presidente da IBS que revela ainda que “no final das licenciaturas da ISCTE Business School, os alunos são obrigados a realizar um projeto de natureza aplicada onde estão seis meses a estudar de perto um caso empresarial ou a criar o seu próprio projeto de empresa”.

Uma interligação entre teoria e a prática nas empresas que, aliada a um ensino que privilegia no seu corpo docente professores que são também profissionais reputados em conhecidas empresas nacionais, constitui para Gomes Mota o segredo do sucesso da IBS. “É devido a esta estreita ligação que os nossos alunos têm com o mercado desde cedo que as empresas sabem que ao fim de três anos eles estão preparados para se inserirem na organização e desempenharem as funções que lhes estão reservadas, reconhecendo-nos como instituição de referência”, argumenta.

E esta taxa de empregabilidade não é só à escala nacional. A IBS, através do Career Service investe muito na aproximação dos seus alunos ao mercado de trabalho escolhendo como professores profissionais que estejam no ativo, mas também integrando nas suas licenciaturas e mestrados um programa intenso de workshops com profissionais de empresas e apostando em que as disciplinas tenham sempre uma componente prática. Um modelo de ensino que está só pensado para a escala nacional. A IBS tem cada vez mais cursos totalmente lecionados em inglês, não só porque recebe no seu campus todos os anos cerca de duas centenas de estudantes estrangeiros, mas também porque reconhece entre os seus alunos portugueses uma cada vez maior apetência pelas carreiras internacionais.

“Aqui na escola há cada vez mais alunos com claras ambições de internacionalização e não é uma consequência da subida da taxa de desemprego a nível nacional, é antes uma apetência natural das camadas mais jovens que pensam cada vez mais global e para a qual as universidades têm de ter uma resposta”, explica António Gomes Mota. Mais de 50% dos alunos da instituição têm, segundo o presidente, uma experiência internacional associada à sua formação. “A maioria dos nossos mestrados de continuidade são em inglês e há em todos eles estudantes estrangeiros”, frisa. Segundo Gomes Mota, a IBS assume como fator estratégico esta internacionalização de talentos e fomenta o contacto com docentes e empresas estrangeiras, através de uma vasta rede de institutos parceiros não só na Europa como no resto do mundo. “Penso que talvez sejamos a escola com maior número de estudantes lá fora a fazerem programas de intercâmbio e talvez até com carreiras internacionais. Também somos a escola que mais alunos estrangeiros recebe, promovendo a confluência de nacionalidades neste recinto e criando aqui um conceito de aldeia global, ideal para a partilha de conhecimentos”.

Esta visão internacional permanecerá, de resto, uma das grandes missões da IBS para os próximos anos. A escola quer aproveitar todos os talentos que tem espalhados pelo mundo para “promover a integração de novos profissionais noutros países, hastear a bandeira da sua qualidade de ensino e aumentar a sua exposição internacional, sobretudo junto da comunidade lusófona”, explica o presidente da IBS. Mas também quer continuar a apostar numa estreita ligação às empresas nacionais de forma a assegurar uma formação que dê resposta às suas necessidade e garanta a taxa de empregabilidade que tem vindo a registar.



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