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Vodafone recruta 120 para novo centro

Vodafone recruta 120 para novo centro

A Vodafone Portugal foi escolhida para alojar o centro de monitorização das redes nacionais, espanholas e de outros países onde o grupo está representado. Portugal vai assim acolher o Atlantic NOC que será um dos dois únicos centros de operações de rede do grupo Vodafone na Europa. A estrutura já está parcialmente a funcional no edifício sede da empresa, no Parque das Nações, mas deverá ser expandida nos próximos meses, assim que se contratem todos os 120 recursos humanos necessários para o pleno funcionamento da nova unidade.
09.08.2012 | Por Cátia Mateus


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Em pleno funcionamento, o Atlantic NOC – designação internacional para o novo centro de operações de rede da Vodafone na Europa – assegurará em Portugal 150 postos de trabalho. Trinta serão preenchidos por quadros internos da empresa, mas para assegurar os objetivos da nova estrutura o gigante das telecomunicações terá de ir ao mercado recrutar 120 novos colaboradores. O processo de deteção e seleção de talentos está a decorrer e os engenheiros estão na mira da empresa. A maioria das vagas em aberto são para esta área, mas são também necessários vários perfis de profissionais técnicos especializados. Até março do próximo ano o Atlantic NOC da Vodafone alargará o âmbito da sua monitorização das redes de Portugal e Espanha para outros países. O prazo impõe à empresa celeridade no reforço da sua equipa e por isso, a diretora de recursos humanos da Vodafone Portugal, Luísa Pestana tem já em marcha um programa de recrutamento para empresa. “O Vodafone Atlantic NOC vai supervisionar as redes de Portugal, de Espanha e de outros países europeus, funcionando ininterruptamente 24 horas por dia / 7 dias por semana, durante todo o ano. Tem como principal função monitorizar a rede e o respectivo fluxo de chamadas e dados, detectando eventuais avarias e ultrapassando-as localmente ou passando-as para as equipas de manutenção no terreno caso seja necessário”, explica a diretora de recursos humanos que adianta que os perfis a recrutar têm por base as competências necessárias para assegurar esta função. Os 120 perfis a recrutar, que se juntarão aos 1500 colaboradores que já integram a Vodafone em Portugal, serão selecionados até Dezembro. Segundo Luísa Pestana, “A Vodafone procura engenheiros e técnicos de telecomunicações que, para trabalharem no Atlantic NOC, têm de reunir conhecimentos técnicos específicos de equipamentos de transmissão, core e switching”. A diretora de recursos humanos acrescenta ainda que “adicionalmente, deverão ter conhecimentos das línguas espanhola e inglesa, flexibilidade horária e grande capacidade de adaptação a uma realidade empresarial internacional e em constante mudança”. Foi de resto o reconhecimento destas caraterísticas que conduziu à escolha de Portugal para acolher esta estrutura do grupo. “Na base da opção pelo nosso país estiveram o reconhecimento das competências da Vodafone Portugal nesta área, a existência de profissionais especializados com elevado know-how e o bom conhecimento das línguas necessárias (inglês e espanhol)”, explica Luísa Pestana que acredita que a atribuição deste centro – um dois dois únicos na Europa - à Vodafone Portugal “evidencia a capacidade de inovação e execução da Empresa que tem conseguido atrair para o país centros de competências e lançamentos de tecnologias, produtos e serviços, tornando-se uma referência no Grupo Vodafone a nível internacional e gerando valor para a empresa e para o país”. Na fase de arranque, a nova estrutura necessita sobretudo de recrutar engenheiros de telecomunicações e técnicos de telecomunicações, mas várias funções disponíveis no site de recrutamento da empresa em www.vodafone.pt/main/A+Vodafone/PT/Recrutamento/default. Alguns dos profissionais a recrutar para a nova estrutura da Vodafone terão de possuir disponibilidade para trabalhar por turnos, dado que o Atlantic NOV funcionará 24 horas por dia, todos os dias do ano. Uma característica a que Luísa Pestana acrescenta outras. No momento de recrutar para a sua equipa, a diretora de RH considera “indispensável que os candidatos se diferenciem pelo valor que poderão acrescentar à organização, visto que há sempre inúmeros candidatos para um determinado lugar”. E acrescenta: “as principais caraterísticas valorizadas pela Vodafone são um elevado sentido ético e de cidadania, espírito crítico, iniciativa, capacidade analítica, de adaptação, organização e trabalho em equipa, capacidade de comunicação oral e escrita, fluência em inglês e integração na cultura da empresa”. Luísa Pestana procura pessoas que para além de terem as competências académicas e profissionais adequadas, se enquadrem nos valores da Vodafone. “Pessoas que tenham vontade de exceder as expectativas dos nossos clientes, que trabalhem com energia e paixão e que procurem de forma contínua e inovadora alcançar os melhores resultados”, reforça. Além do recrutamento para este projeto específico, a empresa tem outras vagas em aberto. O número de colaboradores a recrutar até ao final do ano dependerá da evolução do mercado, mas a diretora de RH reforça o potencial empresa enquanto empregador. “A Vodafone tem em curso, de forma contínua, o Discover Vodafone Graduates Programme, um programa reconhecido como estratégico para a gestão de capital humano da empresa, introduzindo novas competências e formas de pensar, com o objetivo de captar e reter jovens com elevado potencial. Este é um desafio que a empresa decidiu propor aos recém-graduados de elevado potencial com o objetivo de conhecerem o mercado das telecomunicações”, explica. Durante um ano, os novos graduates têm a possibilidade de conhecer na empresa funções diferentes e participar em projectos onde poderão deixar a sua marca. “O forte investimento da Vodafone no programa está reflectido no elevado envolvimento da Gestão de Topo, que participa no processo de selecção, acompanhamento e desenvolvimento ao longo do percurso na empresa”, explica Luísa Pestana enfatizando a enorme aposta na ligação da Vodafone às universidades. “Recrutamos junto das universidades, embora também no mercado profissionalizado para reforçar o know-how em áreas específicas. O sector das telecomunicações está em constante mudança, pelo que é muito importante a introdução de novas formas de pensar e inovar em novas competências”, reforça a diretora. A grande maioria dos empregos criados na tecnológica são para as áreas da engenharia, financeira e marketing.


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