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UMinho cria cursos de fibras

UMinho cria cursos de fibras

A Universidade do Minho (UM), através do projeto Fibrenamics e da TecMinho, está a promover até outubro o Fibrenamics Training - ciclo de formação avançada em materiais fibrosos. O objetivo é preencher uma lacuna no conhecimento e preparar profissionais para as necessidades atuais e futuras do mercado, com soluções inovadoras.
19.04.2013 | Por Maribela Freitas


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Em maio começa o curso “nanotecnologia aplicada a materiais fibrosos”. Segue-se-lhe o de “equipamentos desportivos de alto desempenho”; “fibras na construção civil” e “dispositivos médicos com base em fibra”. Cada uma destas formações dura 20 horas e “abordam temas como as fibras em geral e as suas aplicações na construção, medicina, nanotecnologia e desporto”, revela Raul Fangueiro, professor da UM e coordenador científico deste ciclo formativo. Ao longo dos anos, no projeto Fibrenamics, foram sentido um certo desconhecimento da sociedade em relação aos materiais, tecnologias e das diversas oportunidades que estes materiais à base de fibras podem representar para uma economia com sede de inovação e diferenciação tecnológica. Daí a ideia de iniciar este ciclo. Na prática os cursos visam proporcionar conhecimento avançado a todos aqueles que queiram adquirir novas competências em materiais fibrosos e dotar os formandos de competências e saberes que lhes permitam compreender e identificar oportunidades de inovação com base nestes materiais, aplicando-os no desenvolvimento de produtos e processos de elevado valor acrescentado. “Os cursos podem ser frequentados em separado, dando liberdade aos participantes de poderem aprofundar o seu saber em áreas que sejam proveitosas para as suas actividades”, frisa Raul Fangueiro. O ciclo decorre no Centro de Formação Pós-graduada da UM, em Guimarães e tem como público-alvo técnicos superiores de empresas, investigadores e alunos de pós-graduação que queiram aprofundar ou adquirir conhecimento, não só em materiais à base de fibras, como também das tecnologias a elas associadas, sempre numa perspetiva de inovação. “Definimos como limite 20 formandos e os cursos estão muito orientados para as empresas que nas suas múltiplas áreas pretendam saber mais neste domínio, como forma de se diferenciarem no mercado a partir do desenvolvimento de produtos com incorporação de elevado conteúdo técnico-científico”, intensifica o docente da UM. Acrescenta que sendo a aplicação destes materiais de carácter transversal, os cursos abrem oportunidades de trabalho em diversos setores industriais, incluindo o dos dispositivos médicos, vestuário e equipamentos desportivos, têxtil, calçado, construção, entre outros. Muitos dos formando encontram aqui uma oportunidade de adquirir novas ferramentas de trabalho aplicáveis no seu dia-a-dia, bem como “vêem também a possibilidade de criar competências num domínio de grande actualidade e com elevado potencial de crescimento no futuro”, finaliza Raul Fangueiro.


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