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Missão: alavancar talento

Missão: alavancar talento

Luxemburgo, Alemanha, França, Espanha, Marrocos, Turquia, Roménia, Botswana, Índia ou África do Sul são mercados que conhece bem e onde coordenei projetos e liderou a abertura de unidades fabris. Mas é à escala ibérica que nos últimos anos tem desenvolvido a sua atividade. José Couto lidera desde 2014 a gestão de Recursos Humanos da Schindler em Portugal e Espanha e acaba de ver reforçada a sua liderança passando a tutelar a gestão de talento da empresa na Europa do Sul e África.

14.08.2015 | Por Cátia Mateus


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A formação e o percurso de carreira que trilhou em diferentes países e culturas levaram-no a reforçar a convicção que há muito alimenta: “a vontade de vencer e a capacidade de entrega a um projeto são os principais fatores de progressão de carreira e de sucesso”. É isto que procura em cada novo talento que contrata para a Schindler. Com um longo percurso de carreira no currículo, a motivação José Couto sempre esteve associada ao crescimento dos que o rodeiam. O atual diretor de RH da Schindler exerceu ao longo dos anos múltiplas funções de liderança, em cenário nacional e internacional. Nem sempre esteve ligado aos recursos humanos, mas garante que sempre esteve focado nas pessoas.

Foi adjundo do director geral da jponesa Yoshida, director de RH, director-geral e director de Qualidade da Delphi em vários países. Com 58 anos e múltiplos desafios superados não tem dúvidas de que “o melhor prémio que me têm atribuído tem sido a possibilidade de ver crescer os que comigo têm trabalhado e ver como assumem grandes responsabilidades em grandes organizações de vários países e continents”. Desenvolver talento é a sua missão na vida e na Schindler. Se reconhece que não há receitas de sucesso para cumprir bem essa missão, confessa que há ferramentas de gestão de que não abdica no seu dia-a-dia.

Na Schindler trabalham atualmente 54 mil colaboradores em todo o mundo, 450 estão em Portugal. Adepto da velha máxima de que “o único lugar em que o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário”, José Couto diz não abrir mão da exigência e ambição para as equipas que dirige, nem da franqueza e honestidade no tratamento das pessoas que com ele trabalham ou do foco na empresa, enquanto ferramentas de gestão. “Podemos sempre fazer mais e melhor”, garante. Com o sector imobiliário a evidenciar sinais de retoma, a Schindler prevê iniciar uma nova fase de crescimento gradual que pode não ser acompanhada, no imediato, com a criação de novos postos de trabalho, mas sim com uma aposta no desenvolvimento dos recursos humanos dos existentes. Mesmo sem previsão de movimentações significativas no quadro de pessoal da empresa José Couto, reforça que a empresa tem sempre na mira perfis com “potencial de liderança, integridade, gosto pelo relacionamento com as pessoas e com o cliente, autoconfiança, vontade de contribuir e acrescentar valor e orientação para os resultados”.

José Couto
58 anos
Diretor de Recursos Humanos da Schindler

Formação: É licenciado em Direito pela Universidade Clássica de Lisboa.

Primeiro emprego: O primeiro contacto que teve com o mercado de trabalho foi aos 17 anos, antes ainda de entrar para a universidade. Trabalhou na área administrativa de uma empresa importadora e distribuidora de produtos dietéticos.

Percurso de carreira: Após a conclusão da licenciatura, integrou a filial portuguesa da Yoshida, a multinacional japonesa fabricante de fechos de correr, como adjunto do diretor-geral. Na empresa permaneceu seis anos, até rumar à Delphi onde ao longo de 23 anos abraçou as mais diversas missões. Foi diretor de Recursos Humanos em Portugal, Luxemburgo, Médio Oriente e África, diretor-geral para o mercado nacional, diretor de Qualidade & Desenvolvimento de Fornecedores na Europa e diretor de Qualidade na Europa. Em 2010 integrou a Schindler, como diretor de RH em Espanha, cargo que passou a acumular à escala ibérica dois anos depois. Foi agora nomeado para tutelar os recursos humanos também na região da Europa do Sul e África.

Hóbis: Disfrutar da companhia da família e amigos, ler e assistir a corridas de touros.

Desporto: É um “grande praticante de bancada” de desportos como o futebol, basquete ou ténis. Ativamente, apenas de dedica “à prática regular da marcha”.

Competências que mais valoriza: “Orientação para o cliente, para as pessoas e para os resultados”.



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