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Internacionalizar em segurança e com estabilidade

A emigração de profissionais portugueses está na ordem do dia. Somam-se os casos de quem parte e tornam-se conhecidos alguns, menos bem-sucedidos, que não encontram no destino escolhido as oportunidades ou condições esperadas, vendo-se obrigados a regressar. Para minimizar estas situações, o acompanhamento dos profissionais portugueses no estrangeiro já está a chamar a atenção de algumas empresas que lançaram serviços de apoio a missões internacionais.
28.03.2013 | Por Cátia Mateus


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No ano passado, segundo um estudo do PageGroup, a expatriação de quadros portugueses para economias emergentes disparou. A braços com a falta de consumo doméstico e a necessidade de rentabilizar o negócio, um número crescente de empresas internacionalizaram a sua atividade e com ela, colocaram em posições internacionais mais 47% de profissionais portugueses do que em 2011. A par com os que saem com a rede segura de uma integração internacional na mesma empresa onde trabalhavam, há os que partem por sua conta e risco, em busca de melhores oportunidade do que a conjuntura nacional pode agora viabilizar no país. Para os especialistas, seja qual for o cenário, a mudança implica riscos e gera necessidade de acompanhamento. A outCOme foi das primeiras empresas a perceber as especificidades destas mudanças. Nos últimos dez anos a organização liderada por Sandra Monteiro tem apoiado empresas com operações noutros países, através da implementação de soluções e metodologias de escolha, preparação, acompanhamento e reintegração dos profissionais em processos de expatriamento, com os seus Employee Assistance Programs (EAP). Para a diretora geral da outCOme, “entre as principais problemáticas que obrigam ao retorno antecipado de colaboradores em contexto de expatriamento estão o afastamento da família e das relações pessoais, o sentimento de isolamento e o choque cultural”. Impactos que podem ser minimizados com o correto acompanhamento. Inadaptação tem custos organizacionais “A transição de um colaborador para uma função no exterior acarreta riscos de incapacidade de adaptação, o se torna um revés no percurso profissional do indivíduo e implica custos acrescidos para a organização”, explica Sandra Monteiro acrescentando que “reiniciar o processo de expatriamento e encontrar uma nova solução com o colaborador implica gastar tempo e recursos vitais num momento atual, em que Portugal já é o terceiro país da UE com a mais elevada taxa de emigrados entre os licenciados”. Pelas suas carcaterísticas, os EAP estão sobretudo direcionados para as organizações e com elas, para os seus colaboradores. Os programas de assistência ou acompanhamento a funcionários disponibilizam serviços de apoio e aconselhamento psicológico com o objetivo de os colaboradores tornar mais resilientes às exigências profissionais dando resposta, por exemplo, a situações de âmbito pessoal como o stress, depressão, ansiedade, fobias, casos de sobre-endividamento ou mudanças profissionais, como a expatriação. Sandra Monteiro garante que “as organizações investem cada vez mais nestas soluções por identificarem que o EAP promove um aumento da produtividade, melhora o clima organizacional, diminui o absentismo e promove a saúde e o bem-estar dos colaboradores, resultando numa clara redução de custos”. Diz a especialista que “ao longo da carreira são múltiplas as etapas que um profissional atravessa e, nesse sentido, em algum momento ter o apoio e aconselhamento individual faz a diferença entre ficar preso nas dificuldades ou desenvolver novas e reforçadas competências”.


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