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Inovação nacional junta universidades e empresas

Inovação nacional junta universidades e empresas

A consultora nacional de inovação Inovamais colocou há dois meses no mercado uma plataforma que faz o match entre a oferta e a procura de inovação tecnológica, a nível ibérico e internacional, colocando frente-a-frente um trio de sucesso para o país: investigadores, universidades e pequenas e médias empresas.
19.05.2011 | Por Cátia Mateus


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Chama-se Marketplace e segundo a Inovamais é uma plataforma virtual única no mercado nacional. Neste espaço, investigadores, universidades e empresas permutam de forma atrativa e operacional o que de melhor se faz em matéria de inovação tecnológica. Trata-se, diz Nuno Soares, diretor de Transferência Tecnológica da Inovamais, de “potenciar o encontro - match - da oferta e da procura de inovação estreitando a ligação entre os principais players”.

A plataforma virtual de partilha tecnológica está operacional desde finais de fevereiro, altura em que entrou em pleno funcionamento online, e merece da parte da Inovamais, autora do projeto, “um balanço extremamente positivo”, revela Nuno Soares que reconhece, contudo, que “é necessária uma maior divulgação deste projeto”. O especialista refere que os benefícios da plataforma são mais que evidentes, mas há que ensinar o mercado que “as empresas e as universidades precisam umas das outras para evoluir nas suas competências e têm de trabalhar em conjunto”.

E é exatamente esta “casamento” que o Maketplace tecnológico promove. Esta plataforma de interação web resulta de um projeto transatlântico mais vasto partilhado por Portugal e pela Galiza que visa a aproximação das universidades às empresas, pela via da partilha tecnológica. Na essência, os investigadores podem aproveitar o Marketplace para divulgar as suas últimas inovações e oferecê-las ao mercado e as pequenas e as empresas, podem aproveitar a plataforma para lançar desafios à comunidade científica e às universidades sobre soluções de que necessitem ou problemas técnicos que precisem de solucionar. “Há uma oferta tecnológica de patentes registadas e há empresas que colocam aos investigadores e universidades desafios para resolver”, explica o diretor de transferência tecnológica da Inovamais. Uma relação de partilha que, frisa Nuno Soares, “só pode ser um sucesso”.

Universidade do Minho, o Centro de Investigação Aplicada e a Universidade do Porto são algumas das entidades já envolvidas neste projeto que se encontra em fase de plena expansão. Para já, o espaço apresenta-se como uma montra da inovação nacional. “Na zona da oferta estamos a divulgar as universidades e as suas áreas de investigação, bem como os contactos. É uma espécie de catálogo de competências académicas que inclui também a divulgação dos serviços tecnológicos que fornecem às empresas (estudos, testes e ensaios, análises, I&D subcontratada, consultoria especializada e formação), bem como das ideias e projetos que se encontram em desenvolvimento”, explica Nuno Soares.

Informações que ficam acessíveis a toda a comunidade de utilizadores através do registo e de um simples click. É aqui que reside, explica o especialista, o potencial de sucesso desta plataforma web que permitirá “acelerar e fomentar o contacto entre as PME's e as entidades que produzem tecnologia, tendo em vista a promoção de ações de cooperação tecnológica e apiar processos de transferência tecnológica para o setor empresarial”. A promoção da internacionalização da oferta tecnológica ibérica é outra das grandes missões da plataforma que ajuda também os seus utilizadores a identificarem as linhas e mecanismos de financiamento público, nacionais e europeias, para apoiar ações de colaboração ao nível de projetos, serviços e transferência de tecnologia, estimulando a cooperação internacional entre universidades e centros de investigação e empresas da euro-região”, enfatiza Nuno Soares.

Acessível a partir www.marketplace-incopyme.com, a plataforma integra ainda um consultório de financiamento, muito útil para quem precisa de investimento para materializar as suas patentes. Entre os principais beneficiários do projeto estão as entidades do Sistema Científico e Tecnológico (universidades, centros tecnológicos, etc), empresas, associações empresariais e outros stakeholders com interesses e atividades na área da inovação e I&DT.



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