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IESF forma para a inovação

30.05.2003


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Abílio Ferreira

O INSTITUTO de Estudos Superiores Financeiros e Fiscais (IESF), a maior escola de MBA e pós-graduação do Norte com 200 alunos, vai lançar dois cursos inovadores.

Um deles é o E-MBA, um curso via internet com sessões presenciais ao sábado, numa combinação aplicada ao ensino da nova economia com a economia tradicional. O outro lançamento é de um curso de pós-graduação destinado a pós-graduados.

"Este é um conceito novo que visa a actualização dos conhecimentos de pós-graduados, cabendo aos alunos escolher as disciplinas e seminários de que mais precisam. Os cursos funcionam por unidades de crédito, ao longo de quatro anos", resume João Paulo Peixoto, o professor e empresário que é director do IESF.

Este programa abrange nove cursos, cada um deles com 10 disciplinas de 20 horas e 10 seminários, correspondendo a uma carga total de 240 horas e foi elaborado para dar a maior flexibilidade possível aos alunos em termos de escolhas temáticas e datas de frequência.

Perante o currículo do curso de pós-graduação que o aluno frequentou e o interesse por ele manifestado, a direcção do IESF escolherá depois a especialização adequada a cada caso.

No domínio da formação "on-line", o IESF vai inovar com o E-MBA em Gestão de Empresas, conjugando as potencialidades das novas plataformas tecnológicas com sessões presenciais, leccionadas pelo corpo docente dos programa tradicionais. O IESF verificou que, em boa medida, o insucesso da formação "on-line" se fica a dever à limitada capacidade de auto-estudo dos alunos - as pessoas "funcionam por motivações e impulsos" - e ao facto de ela ser vista "mais na perspectiva tecnológica do que na dos conteúdos".

Além disso, esse tipo de formação "foi encarada por muitos como uma formação sem qualidade, oferecida por empresas sem experiência".

Esta iniciativa do IESF é um contributo para facilitar a vida aos profissionais sedentos de aprender coisas novas e ter acesso a conteúdos mais práticos, mas que esbarram em entraves como a falta de tempo, os horários rígidos e pós-laborais em que até o trânsito caótico desencoraja a inscrição.

"Com recurso a metodologias de ensino baseadas na internet e no auto-estudo, minimizam-se as deslocações, cingindo-se as sessões de dúvidas ou aulas práticas e avaliação concentradas a 16 sábados ao longo do ano", refere João Paulo Peixoto. O resultado é "uma nova versão de MBA, mais flexível em termos logísticos, mantendo a qualidade e rigor dos programas tradicionais".

A inscrição em cada um destes novos cursos custa 6.500 euros. Além dos 300 alunos das duas licenciaturas e da área dos MBA e pós-graduações (uma das quais para executivos com a duração de quatro meses), o Edifício Heliantia, de Francelos, é frequentado por mais 700 formandos, inscritos nos cursos técnicoprofissionais da Espaço Atlântico. A empresa gere cursos do Fundo Social Europeu destinados a activos e desempregados.

Lançada em 1990 por Miguel Cadilhe, esta "escola do BPA" foi comprada há seis anos por um grupo de investidores onde pontificam os professores João Paulo Peixoto, Oliveira Marques e Pedro Arroja, com a intenção de instalar no Norte uma verdadeira "business school".





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