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Europa apoia desempregados

Europa apoia desempregados

A Comissão Europeia vai apoiar com 1,4 milhões de euros os ex-funcionários da Rohde.
18.08.2011 | Por Cátia Mateus


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A Comissão Europeia aprovou o pedido de Portugal à intervenção do Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização (FEG) e vai apoiar com 1,4 milhões de euros os ex-funcionários da Rohde, a maior empregadora nacional da indústria do calçado que encerrou em maio de 2010, deixando 974 trabalhadores no desemprego. O fundo agora viabilizado permitirá que 680 desses desempregados acedam, por exemplo, a plataformas de reconhecimento de competências e formação que possibilitem o seu regresso ao mercado de trabalho. A verba aprovada em Bruxelas vai ajudar parte dos ex-funcionários da Rohde que ficaram sem emprego. Segundo o Comissário Europeu do Emprego, Assuntos Sociais e Inclusão, László Andor, “a decisão agora tomada de apoiar os antigos trabalhadores da Rohde a conseguirem novos empregos através de ações de formação que lhes proporcionarão as competências necessárias”. O FEG é um instrumento financeiro da União Europeia eficaz para ajudar os trabalhadores vítimas de despedimentos em larga escala, como é o caso dos funcionários da Rhode que foram, à semelhança de outros trabalhadores da indústria do calçado portuguesa, atingidos pelas alterações estruturais ocorridas no comércio mundial e pela crise financeira dos últimos anos. O investimento viabilizado por Bruxelas tem como destino o reconhecimento de competências, a formação profissional, bolsas para formação por iniciativa pessoal, formação e ajuda com vista a criação do auto-emprego, apoio à auto-colocação e incentivos ao recrutamento. Em declarações à agência LUSA sobre este assunto, a coordenadora do Sindicato dos Operários da Indústria do Calçado, Malas e Afins dos Distritos de Aveiro e Coimbra, Fernanda Moreira, enfatiza a ideia de que “este apoio é um benefício para os trabalhadores” lamentando apenas que estas candidaturas não se possam fazer para todos os que ficaram desempregados. A representante explica que “a maioria dos antigos trabalhadores da Rohde continua desempregada, com alguns a terem optado por emigrar enquanto outros encontraram, efetivamente, um novo emprego”. A candidatura aos 1,4 milhões de euros foi apresentada no final de 2010 e faz parte de um pacote mais abrangente que ia até 2,23 milhões de euros, explica a Comissão Europeia em comunicado.


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