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Empresas nacionais apostam na formação em e-learning

Empresas nacionais apostam na formação em e-learning

As novas tecnologias fazem parte da vida diária e há muito que se estenderam à formação. O e-learning permite aprender a qualquer hora e em qualquer lugar e adapta-se às necessidades de aprendizagem dos alunos. Estas qualidades não passaram despercebidas às empresas nacionais que estão cada vez mais a apostar na integração de cursos neste regime nos seus planos estratégicos de formação.
22.09.2011 | Por Maribela Freitas


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Como se costuma dizer, tempo é dinheiro. Um curso ministrado em regime de e-learning permite que o trabalhador de uma empresa aprenda ao seu ritmo, escolha os conteúdos de que necessita e faça a sua formação nas horas que tem disponíveis, sem sair do local de trabalho. A economia de tempo e dinheiro é visível e as empresas nacionais estão cada vez mais a aderir a esta modalidade de formação. “As empresas mais competitivas estão a apostar cada vez mais no e-learning. Querem ter os seus trabalhadores qualificados porque isso é determinante na obtenção de resultados”, refere António Mão de Ferro, diretor geral da Nova Etapa. Esta empresa de formação tem disponíveis 45 cursos em e-learning e b-learning em áreas como recursos humanos, desenvolvimento pessoal, novas tecnologias, gestão e marketing, finanças e mercados. São virados para empresas, mas podem também ser realizados por pessoas em nome individual. Para António Mão de Ferro o e-learning permite que cada formando aprenda ao seu ritmo e de acordo com as suas disponibilidades de tempo. “No ensino presencial todos têm de seguir o ritmo do docente e do grupo independentemente de serem mais rápidos ou mais lentos na sua aprendizagem. No e-learning cada um forma-se de acordo com as suas capacidades, podem submeter-se aos testes sempre que estiverem preparados e seguir para o próximo módulo ou curso. Cada um desperta e desenvolve mais facilmente o seu talento”, acrescenta. A estas vantagens Sara Sousa Brito, diretora geral da Global Estratégias – uma empresa de consultoria de formação e e-learning – acrescenta mais algumas como: o facto de ser menos dispendioso do que os cursos presenciais; permite dar formação em larga escala num curto espaço de tempo; possibilita a uniformidade de conteúdos para todos os colaboradores potenciando a partilha da mesma informação e de uma cultura empresarial comum; dá a possibilidade de criar conteúdos à medida utilizando a informação da empresa, sendo assim totalmente adaptados aos objetivos do negócio de cada organização e; é uma modalidade com a capacidade de ultrapassar a dispersão geográfica dos colaboradores. “O e-learning constitui-se como um incentivo ao desenvolvimento pessoal de cada um, pois permite que cada formando individualmente explore as competências, os conhecimentos e os comportamentos que lhe fazem mais sentido para o levar a um melhor desempenho. O formando é o construtor do seu desenvolvimento”, salienta Sara Sousa Brito. Também na Global Estratégias é visível a crescente aposta das empresas nesta modalidade de formação. Acrescenta Sara Sousa Brito que “hoje em dia as organizações procuram desenvolver ambientes de aprendizagem sustentáveis, isto é, ambientes em que os colaboradores procuram uma construção constante do seu próprio conhecimento, sendo o recurso às novas tecnologias algo que começa a ser essencial nas políticas de desenvolvimento do capital intelectual das empresas”. Em pleno século XXI a formação é uma necessidade crescente. “A internet pode oferecer a solução lógica para atingir os objetivos de formação de uma empresa. A missão do e-learning corporativo é o fornecimento da força de trabalho com um up-to-date formativo e programas rentáveis, originando conhecimento e colaboradores motivados, qualificados e leais”, explica Sérgio Gonçalves, diretor comercial da Capacidade Lógica – Formação e-learning. Através deste sistema os colaboradores podem melhorar a produtividade e usar o seu tempo de forma mais eficiente, evitando viajar e combater o tráfego para assistir a uma aula presencial. Melhora ainda a colaboração e interatividade entre os formandos e é menos intimidadora, permitindo aos alunos experimentarem coisas novas e cometer erros sem se exporem perante os colegas de turma. Sérgio Gonçalves refere que “a maior procura das empresas em formação e-learning é na área das ciências empresariais. São estas que estão mais direcionadas para uma vertente empresarial e para se atingirem resultados práticos e imediatos”. Lembra ainda que este tipo de formação é tão ou mais eficaz e eficiente que a presencial. Prova disso é que em Portugal existem já vários cursos superiores e mestrados ministrados em regime de e-learning.


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