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Empresas jogam pelo seguro

De acordo com um estudo da Ray Human Capital, 67% das empresas portuguesas vão manter as suas equipas actuais em 2009
22.04.2009


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Manter é a palavra de ordem para a maioria das empresas portuguesas quando o assunto é a gestão de equipas. A Ray Human Capital acaba de divulgar os resultados do seu Barómetro RH, uma análise anual do comportamento das organizações nacionais em matéria de recrutamento. Os resultados não podiam ser mais claros: 67% das empresas querem manter o actual número de trabalhadores, 18% ponderam uma redução de postos de trabalho e 15% aventuram-se em novas contratações até ao final do ano.

Prudência é para a empresa de recrutamento que liderou este estudo a principal análise que se pode retirar dos seus resultados. Sobretudo se tivermos em atenção as características do ano passado em matéria de recrutamento. A partir de uma amostra de 212 empresas, representativas do mercado nacional e oriundas de diversos sectores de actividade, a Ray constatou com este estudo que em 2008 se manteve a tendência já evidenciada no ano anterior para aumentar o número de colaboradores. Uma dinâmica crescente do mercado que só viria a ser alterada com as previsões para 2009. Ainda assim, “42% das entidades empregadoras reforçaram as suas equipas no ano passado, enquanto 34% revelaram uma diminuição da sua força de trabalho e 24% referem ter mantido o seu headcount em 2007”, revela o estudo.

Entre os principais agentes desencadeadores destas alterações de equipa, as organizações inquiridas apontaram os processos de reestruturação e criação de novos postos de trabalho. A área comercial foi em 2008 a mais procurada pelos recrutadores, representando 21% do universo de novos recrutamentos apurados pelo estudo. O segundo lugar deste ranking foi para a área da produção (com 15%).

Em matéria de métodos de recrutamento, 19% das empresas recorreram a entidades especializadas externas à organização quer através de consultoria em recrutamento e selecção ou executive search . “O método mais utilizado continua a ser o recrutamento interno com anúncio (22%), a par com as contratações baseadas em rede de contactos (21%). O recurso às novas tecnologias como páginas web e bases de dados organizadas demonstra ser uma ferramenta com cada vez mais expressão junto das empresas, sendo utilizada por 31% dos empregadores para identificação de candidatos”, revela a Ray Human Capital no estudo.

No que toca aos perfis recrutados, não há grandes variações entre sexos mas em matéria de formação a preferência vai para profissionais licenciados, com idades entre os 20 e os 30 anos.





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