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Basta de fingir que não é nada

01.02.2003


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Vítor S. Andrade
vandrade@mail.expresso.pt

INSISTO pela segunda semana consecutiva no tema dos acidentes de trabalho porque voltei a ser confrontado com situações verdadeiramente inadmissíveis num país que se pretende evoluído.

Já não vou voltar a enunciar casos, pois o efeito preventivo que esse impulso pudesse ter, simplesmente não se constata. Ou seja, nem a actividade inspectiva actua com a celeridade e a incidência que se impõe, só porque saem notícias nos jornais, nem os prevaricadores deixam de 'pisar o risco', mesmo quando as infracções são denunciadas.

Sugiro, por isso, que quem tutela a área laboral crie uma espécie de cadastro para as empresas em geral, onde passe a constar a quantidade de acidentes de trabalho - do mais ligeiro ao mais grave - que se registam sob a sua responsabilidade. E que na adjudicação futura de encomendas, serviços, ou empreitadas a essas empresas, seja tido em conta o grau de responsabilidade social que cada uma exibe.


 





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