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Technoedif recruta engenheiros

O grupo está à procura de pessoas com e sem experiência
04.04.2008


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Maribela Freitas

Até ao final do ano o grupo de engenharia Technoedif pretende admitir entre 20 a 30 engenheiros. Estando neste momento a expandir-se para Angola, quer contratar entre 12 a 15 angolanos desta área que estejam a estudar em Portugal e queiram regressar para trabalhar no seu país de origem.

Joaquim Gomes da Cruz, administrador do grupo Technoedif, explica que a contratação de novos funcionários começou no final do ano passado. Com cerca de 212 colaboradores — incluindo 107 engenheiros, 47 desenhadores e 32 técnicos vários — é objectivo do grupo aumentar este número até ao final do ano, com a admissão de mais 20 a 30 engenheiros, preferencialmente nas áreas da química, mecânica, electrotecnia, civil e de instrumentação. “Queremos engenheiros recém-licenciados e outros com experiência de trabalho”, salienta o administrador. Para o conseguir o grupo recorre a contactos com universidades, nomeadamente o Instituto Superior Técnico e o Politécnico de Setúbal, e a anúncios. No caso dos recém-licenciados a selecção é feita através da média final de curso e da apreciação de características pessoais que passam por ter uma atitude de proactividade, ter capacidade de trabalho em equipa, vontade e disponibilidade para laboral fora de Portugal.

Até ao final do ano o grupo Technoedif pretende desenvolver uma consultora de engenharia maioritariamente angolana, a Technoedif Projectos, constituída em sociedade com uma empresa local. Um dos objectivos é que esta estrutura seja actuante na região e que a sua força de trabalho seja predominantemente angolana. Para o efeito o grupo está a procurar, numa primeira fase, entre 12 a 15 finalistas de engenharia que queiram trabalhar no seu país de origem. A estes será disponibilizada formação nas instalações do grupo, durante 18 meses.

Mas neste grupo de engenharia a formação não é apenas dada a recém-licenciados. “Só no ano passado realizámos cerca de seis mil horas de formação”, comenta Joaquim Gomes da Cruz. Esta é ministrada a quem já tem experiência e a quem está a começar a dar os primeiros passos dentro da empresa.

Dado o actual período de crescimento que o grupo atravessa, sendo uma das três maiores consultoras nacionais de engenharia, o administrador confessa que as contratações vão continuar. O objectivo é duplicar a equipa durante os próximos quatro anos. “A ideia é continuar a admitir pessoal, mas de uma forma sustentada”, finaliza Joaquim Gomes da Cruz.





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