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Oportunidade em tempo de crise

Foi criado especificamente para detectar e recrutar os melhores talentos, logo à saída das principais universidades portuguesas. Três anos depois, o Novabase Academy já assegurou emprego a mais de duas centenas de recém-licenciados
08.01.2009


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Cátia Mateus
O Novabase Academy 2009 prepara-se para regressar à estrada e entrar nas principais universidades nacionais com cartas dadas nas áreas da gestão, economia e sistemas de informação, principais targets da Novabase, empresa de tecnologias de informação. O programa já é conhecido entre os estudantes que lhe reconhecem também o rigor. As candidaturas são à escala nacional, exigem média superior a 14 valores e uma vasta palete de testes psicométricos, de aptidão e se personalidade que culmina com entrevistas e análise de motivação profissional. Quem sobrevive ao apertado crivo da Novabase passa a integrar uma das duas turmas anuais, de 45 alunos cada, do Novabase Academy. E, se figurar entre os seis melhores deste curso, o passaporte da empresa pode mesmo levá-lo à Carnergie Mellon University, nos EUA, para um mestrado em Engenharia de Software financiado pela empresa.

A decorrer desde 2006, em duas edições anuais, a Novabase Academy já proporcionou a introdução de 230 jovens no mercado de trabalho. O programa de acolhimento e formação de jovens quadros foi, segundo Ana Tereza Maçarico, directora de Recursos Humanos da Novabase, “especificamente criado com o objectivo de recrutar anualmente os melhores talentos à saída das principais universidades o país”. Segundo a responsável, “trata-se de um processo anual de selecção e indução na vida empresarial de recém-licenciados que é particularmente acarinhado pelo meio académico e também pelos quadros da Novabase”.

Tereza Maçarico assegura que o programa tem na comunidade universitária uma enorme adesão, comprovada de resto pelo crescimento sucessivo do número anual de candidaturas. Contudo, “apenas 5% dos iniciais candidatos conseguem alcançar o programa de formação da Novabase Academy”, clarifica a directora de RH. Um rigor na triagem que a responsável explica desta forma: “todos os formandos da Novabase Academy assinam contrato de trabalho com a empresa e por isso, desde o momento zero, são quadros da empresa. Ao terminar a formação mantêm-se em regra 100% dos que iniciaram a Academy”.

A última edição da formação envolveu 90 alunos, divididos por duas turmas que frequentarão a academia, alternadamente, em Setembro e em Novembro. Cada formação dura um mês e implica um investimento da Novabase superior a quatro mil euros por formando. Tereza Maçarico acredita que esta é uma relação win-win para a Novabase e para os formandos.

Para os recém-licenciados que integram a Academy, “há a possibilidade de acederem a uma formação de excelência ao nível da formação em competências técnicas e sobretudo nas comportamentais, proporcionando-lhes, simultaneamente, bases sólidas para uma carreira de consultoria e o desenvolvimento de know-how avançado no domínio funcional e tecnológico”, enfatiza Tereza Maçarico. A especialistas diz, inclusive, que é na esfera comportamental que mais se sente o impacto desta formação já que ao longo de todo o curso há uma forte presença de elementos seniores da empresa que transmitem as práticas organizacionais da Novabase e permitem que os jovens tenham uma melhor e mais célere integração na equipa e no quotidiano empresarial.

Além deste factores, a Academy que se realiza em regime de internato, permite um trabalho forte também nas competências de consultoria, gestão de pressão e stresse e espírito de equipa. Já para a Novabase a principal vantagem em desenvolver este projecto reside o facto de para Tereza Maçarico este ser “o mecanismo mais eficaz para a renovação contínua da sua equipa, com talento jovem e de elevado potencial”. A directora de RH argumenta que desta forma consegue recrutar para a Novabase aqueles que serão no futuro os seus líderes, ao mesmo tempo que garante uma elevada qualidade no processo de recrutamento e selecção e reforça a sua aposta em criar emprego qualificado no tecido empresarial nacional.

Ao longo dos anos o programa tem vindo a ser melhorado, sobretudo com a introdução de novas ferramentas e desafios formativos. Tereza Maçarico reconhece que a fasquia deste projecto é elevada, mas afiança que “mesmo perante uma conjuntura mais adversa, as empresas podem ditar o rumo do seu crescimento e é com esta convicção que continuamos a apostar no desenvolvimento da Academy, conscientes de que o futuro tem de passar pelo recrutamento e formação de quadros altamente qualificados”.

Razão pela qual, apesar do cenário económico sombrio previsto para 2009, a Novabase prevê realizar a Academy exactamente nos mesmos moldes e, portanto, recrutar este ano mais 90 jovens licenciados. “Até aqui continuamos a prever exactamente as mesmas duas turmas, mas no pior cenários não desceríamos abaixo dos 50 formandos”, explica. Cada vez mais exigente e de abrangência internacional — até porque a Novabase está presente em vários países e há cada vez mais estudantes com aspirações a uma carreira além-fronteiras —, o Academy vai estar em roadshow nas universidades portuguesas já em Abril, à procura dos melhores entre os melhores.





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