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Lá fora é que é bom

Durante o Verão do próximo ano, cerca de 35 estudantes universitários de áreas técnicas e científicas vão ter a oportunidade de realizar um estágio remunerado numa empresa estrangeira
19.11.2005


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Maribela Freitas

ATÉ ao final deste mês vão estar abertas as candidaturas a nível nacional para os estudantes universitários de áreas técnicas e científicas que queiram realizar um estágio no estrangeiro, durante as férias de Verão do próximo ano. Ao todo são 35 os lugares que vão estar disponíveis. Estes estágios são facultados pela IAESTE Portugal, representante portuguesa de uma associação internacional que promove o intercâmbio de estudantes universitários entre os países aderentes, com o objectivo de lhes proporcionar uma experiência de trabalho na indústria, instituições de pesquisa e outras entidades empregadoras.


O objectivo é proporcionar aos alunos do ensino superior experiência técnica relacionada com a sua área de estudo num país estrangeiro e promover o espírito de cooperação e solidariedade entre os estudantes de diferentes nações.

Todas as engenharias, vários ramos das ciências exactas e naturais - como a matemática, física, química, geologia e biologia - e outros domínios como arquitectura, agronomia, farmácia, ciências veterinárias, entre outras, são as áreas de estudo abrangidas pelos programas de intercâmbio da IAESTE.

«Por norma aceitamos os alunos a partir do terceiro ano lectivo», explica Sílvia Santos, secretária nacional da IAESTE Portugal. A selecção é feita de acordo com a média de um elenco de cadeiras da especialidade e privilegiam-se os alunos que, na altura da candidatura, estejam no último ano da sua licenciatura. Os estágios têm uma duração mínima de seis semanas e máxima de seis meses, podendo, em casos excepcionais, prolongar-se até 18 meses. Os estudantes auferem uma remuneração, que é no fundo uma bolsa de estudo, mas que deve ser suficientemente elevada para permitir cobrir as suas despesas de manutenção.

O programa de estágios desta associação funciona ainda em regime de reciprocidade, o que significa que Portugal receberá o mesmo número de estudantes que envia e que, para a edição de 2006, a organização estima que ronde as 35 vagas. «No ano passado tivemos cerca de 700 inscrições nacionais para as cerca de 35 vagas que estavam disponíveis», refere Sílvia Santos.

A IAESTE está presente em 80 países, foi fundada em 1948 no Imperial College de Londres e Portugal participa neste intercâmbio de estudantes de áreas técnicas desde 1954. Bernardo Herald, professor do Instituto Superior Técnico, impulsionador da representação portuguesa da IAESTE, foi recentemente nomeado a nível internacional como provedor dos alunos envolvidos neste programa.




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