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Idiomas que abrem portas

Idiomas que abrem portas

Reconhecidos mundo fora como profissionais com uma aptidão natural para o domínio de idiomas estrangeiros, os portugueses figuram afinal no ranking dos países com nível de proficiência em inglês mais baixo da Europa. O alerta vem da EF Education First que, na próxima semana, volta a debater em Portugal as oportunidades de carreira no mercado global e a relevância da educação linguística na internacionalização profissional.

27.02.2015 | Por Cátia Mateus


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Dominar fluentemente vários idiomas é hoje um competência tão determinante para triunfar no mercado laboral como a solidez das competências técnicas, quer a ambição seja trabalhar em Portugal num ambiente multinacional ou construir uma carreira internacional. Charlotte Lowe, country manager da EF Education First em Portugal, reforça-o ao enfatizar que “não falar outra língua pode efetivamente ser uma barreira para encontrar emprego, numa perspetiva de mercado global cada vez mais exigente”. Para sensibilizar os profissionais portugueses para a relevância da educação linguística, a EF Education First volta a realizar em Portugal o Fórum eduX de Educação e Carreira Internacional, que visa promover a reflexão sobre o mercado de trabalho nacional e internacional e o poder da educação linguística na elevação de oportunidades laborais. O evento decorre a 7 de março, na Câmara de Comércio de Lisboa.?

O retrato do profissional português capaz de se adaptar com facilidade a múltiplos idiomas pode afinal não tão real. Segundo Charlotte Lowe, “atualmente Portugal continua a ser dos países com o nível de proficiência em inglês mais baixo da Europa, ficando apenas à frente da Itália e da França”. Segundo a responsável da EF Education First em Portugal, o país ocupa a 21ª posição num total de 63 países a nível global. Uma posição que não sendo das mais negativas não dá aos profissionais portugueses grandes motivos para celebrar. “Com a emigração a crescer exponencialmente, consequência da taxa de desemprego em Portugal, e com a crescente oferta de oportunidades laborais a nível internacional, torna-se imprescindível saber falar outras línguas, com especial destaque, naturalmente, para o inglês que é uma das mais faladas do mundo”, realça a responsável enfatizando a necessidade de refletir sobre formas de levar Portugal a evoluir neste ranking.?

É esse um dos objetivos da segunda edição do Fórum eduX que Portugal recebe na próxima semana. Direcionado a estudantes e profissionais, o fórum tem como missão oferecer informação sobre tendências de recrutamento no mercado português e internacional, funcionando também como centro de partilha de experiências internacionais, seja de casos de Erasmus ou outras experiências académicas e profissionais globais.

?Segundo Charlotte Lowe, no evento cuja entrada é gratuita, será possível encontrar informação sobre mais de 40 destinos em todo o mundo, programas de verão, ofertas de estágios e emprego no estrangeiro, bem como programas de aperfeiçoamento linguístico no estrangeiro. A ideia, realça, é fazer a ponte entre jovens e profissionais e as várias entidades que estarão presentes no evento, sem deixar de promover a reflexão sobre a importância da educação linguística na internacionalização de um país. Além de várias escolas de línguas nacionais, no fórum marcarão também presença associações como a ESN - Erasmus Student Network, a AIESEC, a Associação Gap Year ou recrutadores como a consultora Hays.



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