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EY prepara contratações

EY prepara contratações

Nos últimos três anos, o crescimento do negócio da EY (antiga Ernst & Young), tem gerado na empresa a necessidade de reforçar a sua estrutura com novas contratações.

01.11.2013 | Por Cátia Mateus


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Depois de ter recrutado este ano uma centena de novos profissionais, a empresa abriu esta semana as suas portas num open day, pensado para mostrar o negócio a potenciais consultores interessados em concorrer a uma das mais 100 vagas que a empresa vai abrir no próximo ano.

Em 2012 a EY reforçou os seus recursos humanos em mais de 22%, contratando cerca de 100 profissionais, maioritariamente mestres. Um número de recrutamentos que já foi ultrapassado este ano e deverá aumentar mais ainda em 2014. São crescentes as necessidades de talento detetadas pela empresa e é grande o interesse dos jovens pelo universo EY. Para aproximar a consultora de potenciais candidatos, a empresa realizou esta semana o seu segundo open door. Margarida Dias, a diretora de Recursos Humanos da EY, explica que esta não é uma iniciativa de recrutamento mas sim de brand awarness, mas não nega que a EY já está de olhos postos no mercado, a preparar pelo menos 100 novas contratações para 2014.

“A EY é uma empresa que oferece carreiras e não empregos ou vagas aos que a ela se juntam”. É desta maneira que Margarida Dias resume a política de recursos humanos e de contratação em vigor na empresa. A consultora dá preferência à integração de jovens que iniciem a sua carreira profissional na empresa e a diretora de recursos humanos enfatiza que “aqui poderão desenvolver a sua carreira evoluindo profissionalmente, sem necessidade de para isso terem de mudar de empresa”. A comprová-lo está o facto de 60% dos partners da EY terem começado a sua carreira na empresa, acabados de sair da universidade.

Anualmente, a EY recruta em dois momentos distintos: janeiro e setembro. “Levados pelo ritmo e intensidade de crescimento do negócio, de há três anos para cá, temos vindo a recrutar uma média de 100 finalistas ou recém-licenciados por ano nas áreas da Economia, Gestão, Finanças, Informática de Gestão, Matemática, Direito e algumas engenharias”, esclarece Margarida Dias adiantando que os talentos recrutados “são oriundos das melhores universidades de Portugal (Lisboa, Porto, Coimbra e outras)”. A seleção faz-se, como explica, “recorrendo ao pipeline de candidatos que foram colocando o seu perfil na nossa base de dados”. Uma plataforma que há muito se tornou vital para a empresa. Através do site da EY, os finalistas ou recém-graduados podem não só candidatar-se a uma carreira na consultora, como irem atualizando o seu perfil à medida que vão terminando exames, trabalhos finais, definem áreas vocacionais de preferência. “O sistema está linkado a uma aplicação que gere candidaturas de modo contínuo”, explica a diretora adiantando que é com base nesta pipeline que são convidados os candidatos a integrar o processo de recrutamento - os assessment centers.

Margarida Dias explica ainda que a componente internacional é também um dos grandes aliciantes de carreira na EY. “O nosso recrutamento é também um processo global. Ou seja, qualquer pessoa que esteja interessada em integrar a empresa noutro país que não Portugal, poderá candidatar-se igualmente através do nosso site, onde lhe são apresentadas todas as oportunidades de trabalho disponíveis nos diferentes escritórios da EY nos 140 países em que está representada, bem como as condições e timings de candidatura a estes países”, explica.

No momento de contratar, Margarida Dias dá prioridade a uma tríade de valores que considera chave na cultura da EY: gostar de aprender sempre, querer gerir ativamente a sua própria carreira e identificar-se com os valores da empresa, resumidos na expressão “building a better working world”. Tanto mais que, como esclarece, “para qualquer profissional que trabalhe hoje na EY a dimensão internacional é a dimensão mais marcante do seu dia-a-dia de trabalho, mesmo que não viva no estrangeiro”.

Bilhete de Identidade
A diretora de Recursos Humanos da EY soma um percurso profissional de mais de 30 anos, sempre ligado à gestão de Recursos Humanos e ao desenvolvimento de talento nas várias empresas por onde passou. Licenciou-se em Psicologias pelo Instituto Superior de Psicologia Aplicada e depois em Sociologia, pelo ISCTE. Confessa que sempre procurou aliar a vertente académica à profissional e, por isso, durante mais de uma década desenvolveu uma atividade académica intensa, quer como assistente de Psicologia Social no ISPA, quer como docente de uma pós-graduação em Recursos Humanos na Universidade Católica Portuguesa.

A maioria das empresas onde trabalhou eram internacionais. Antes de abraçar o desafio da EY, em 2004,desenvolveu atividade em vários sectores, da indústria farmacêutica, às telecomunicações, sem esquecer os media, a consultoria e as tecnologias de informação. Em todos aprimorou as suas técnicas de gestão de pessoas e desenvolvimento de talento. Para a diretora de RH, “gerir cada vez melhor o tempo para preservar o worklife balance” é uma das aprendizagens mais valiosas que alcançou na EY. Tanto mais que segundo a líder, “para se ser um profissional de excelência, tem de se viver mais a vida”. Uma convicção que é parte da cultura de gestão seguida pela EY.



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