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Criar uma elite de ruptura

17.10.2003


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Ruben Eiras
reiras@mail.expresso.pt

UM DOS motores de desenvolvimento mais importantes das nações são as elites.

A própria história prova-o: os países europeus que conseguiram reter e criar "cérebros" empresariais, administrativos e científicos de qualidade, mesmo depois da queda dos seus impérios, goraram a subsistência da sua competitividade no sistema económico mundial.

Um dos factores críticos de sucesso desta constante regeneração de elites bem qualificadas foi a existência de um sistema de formação e educativo exigente, que premeia o mérito.

Basta pensar na École Nationale d'Administration francesa ou no Eton College e a Universidade de Oxford no Reino Unido.

Infelizmente, Portugal não acompanhou esta tendência e deixou instalar no seu corpo de elites um estado latente de inércia e até de baixa qualificação.

Um facto com especial relevância no tecido empresarial, onde o nível de habilitações dominante é o 3º ciclo.

É urgente inverter este ciclo histórico, sob pena de o país perder mais um século de modernidade.

De uma vez por todas, Governo e sociedade civil têm que criar condições para a formação de uma elite competitiva e sem medo de inovar.





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