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Corra para a F1

A Altran Engineering Academy realizou uma parceria com a Renault F1 para proporcionar estágios na equipa francesa
22.04.2005


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Fernanda Pedro

PARA os amantes da Fórmula 1, trabalhar numa das equipas que participam nesta competição é um sonho difícil de alcançar. Para os portugueses, esse objectivo pode estar ainda mais longe já que Portugal não tem tradição nesta modalidade. Apesar de existirem dois engenheiros portugueses a trabalhar na McLaren, a possibilidade de ocupar um lugar em qualquer uma das equipas, é sempre remota. Mas não impossível.

A Altran Engineering Academy realizou uma parceria com a Renault F1 com o objectivo de proporcionar um estágio e um possível emprego para jovens que queiram trabalhar em projectos de investigação e desenvolvimento na equipa francesa de F1. A primeira edição do concurso, que se realizou o ano passado, foi aberta apenas ao Reino Unido e dos 1400 candidatos apenas um foi seleccionado.

Na segunda edição, que decorre neste momento, as portas abriram-se a nível internacional. Segundo Ana Sofia Casais, responsável de comunicação da Altran Portugal, «este é um mercado onde se trabalha com tecnologia de ponta, sendo difícil e muito competitivo». Mas nada impossível para os portugueses. Na opinião de Ana Sofia Casais, os nossos profissionais são reconhecidos a nível internacional. «Além disso temos facilidade de comunicar em inglês, um requisito fundamental no acto de selecção», reforça a responsável.

Na realidade, um finalista ou recém-licenciado nas áreas de ciências e tecnologias que for seleccionado terá um estágio de seis meses na equipa de I&D da Renault F1, em Oxford, no Reino Unido, com direito a viatura, salário e alojamento. Poderão concorrer jovens provenientes de oito regiões do mundo (que engloba 20 países), entre elas a região Portugal/Brasil. Serão apurados oito finalistas e um deles será o vencedor.

Para concorrer, cada jovem terá de enviar um projecto de 500 palavras em inglês - para o site www.altran-academy.com -, e mais tarde terá de o defender oralmente. Os projectos assentam em sete áreas tecnológicas: aerodinâmica; potência; engenharia do desempenho; dinâmica do veículo; controlo de sistemas; electrónica e materiais transdutores ou tecnologia do combustível.

O prazo de entrega das candidaturas termina a 27 de Maio e em Julho será decidido o vencedor. Em Setembro o finalista inicia o estágio. Para Ana Sofia Casais, «Portugal poderá ter, assim, mais um profissional a trabalhar na F1».





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