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Aprender a empreender

A ANJE volta a investir na formação de novos empreendedores
28.09.2007


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Cátia Mateus
Decidida a despertar a vocação empreendedora entre as camadas estudantis de Portugal, a Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE) está a realizar edições especiais da Escola de Empreendedores junto com instituições de ensino de norte a sul do país. O Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP) inaugurou, no ano passado, esta iniciativa que agora segue com o Instituto Politécnico de Leiria (IPL). Um projecto que deverá alargar-se a outras escolas e que Carlos Freitas, director de formação e ensino da ANJE, justifica com "um investimento cada vez maior da associação no fomento à iniciativa empresarial entre os estudantes e numa crescente proximidade com o meio académico".

Depois do sucesso alcançado com a última edição da Escola de Empreendedores, realizada em parceria com o ISEP, a ANJE volta a repetir este modelo de formação — que decorre paralelamente à edição nacional da Escola de Empreendedores, aberta ao público em geral — pensado especificamente para um público-alvo que pode encarar o empreendedorismo como uma alternativa ao emprego por conta de outrem, logo no momento de abordar o mercado de trabalho pela primeira vez.

Segundo o porta-voz da ANJE para a área de ensino, “há muito que a associação vem realizando com grande sucesso uma edição anual da Escola de Empreendedores que sempre foi um produto muito bem acolhido pelo público e com grande procura por parte de estudantes universitários e recém-licenciados, que procuravam colmatar a ausência de formação em empreendedorismo no ensino superior português. Percebendo esta lacuna, decidimos criar paralelamente à edição anual da Escola, que continua a realizar-se, estas edições pensadas para instituições de ensino específicas”.

O programa formativo é o mesmo que na edição original da Escola de Empreendedores, cujo grande trunfo é desenvolver o potencial empreendedor através de actividades pedagógicas e ludo-culturais que recriam o mundo empresarial e fomentam o espírito de equipa, a liderança, a vontade de auto-superação, o dinamismo, a criatividade e a inovação. “Trata-se de uma formação intensiva, em regime residencial que engloba módulos de formação «indoor» e «outdoor», e jantares-debate com empresários numa óptica de partilha de conhecimentos”, explica Carlos Freitas.

A Escola de Empreendedores decorre no Centro Residencial de Formação Empresarial da ANJE, em Arcos de Valdevez, e nesta iniciativa conjunta com o IPL (cuja formação está neste momento em curso) e outras escolas, o processo de selecção tem algumas diferenças face à edição anual levada a cabo pela ANJE. “A escola faz uma primeira triagem dos alunos e a associação vai posteriormente avaliar caso a caso cada um dos alunos propostos pela instituição e realizar uma triagem com base em critério como o perfil empreendedor, capacidade de liderança, a vontade de criar um negócio próprio e, até, a existência de um plano de negócios”, explica.

Com estas parcerias com o meio académico, a ANJE quer estimular a capacidade de iniciativa e a vocação empreendedora dos jovens estudantes, assumindo-o como uma porta de entrada para a inserção profissional. Carlos Freitas revela ainda que a intenção da ANJE é prosseguir a realização destas ‘edições especiais' da Escola de Empreendedores junto das instituições de ensino superior, de norte a sul do país. “Para o ano queremos pegar nos alunos vencedores das várias edições destas escolas e criar um concurso nacional”, explica. Paralelamente, estão abertas as candidaturas para a edição anual da Escola de Empreendedores.





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