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Açores aposta na formação médica

Açores aposta na formação médica

O impacto social e económico da dor vai ser alvo de uma formação, nos Açores.
27.04.2012 | Por Cátia Mateus


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A Região Autónoma dos Açores (RAA) está apostada em ajudar a reforçar as competências dos seus profissionais de saúde. Através do seu Programa Regional de Controlo da Dor, vai promover a 4 de maio um seminário, que integra diversas conferências e workshops formativos sobre o impacto social e económico da dor. O seminário surge integrado no curso de pós-graduação em medicina da dor que resulta de um acordo entre a Direção Regional de Saúde, a Universidade dos Açores e a Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra. O anfiteatro II do Complexo Científico da Universidade dos Açores, no campus de Ponta Delgada, será o palco desta iniciativa que integra um programa mais alargado, estruturado para apoiar a formação da população médica que exerce a sua atividade nos hospitais de centros de saúde da Região Autónoma dos Açores. E têm sido várias as iniciativas do Programa Regional de Controlo da Dor da RAA. Além do seminário que acontece no início do próximo mês, o programa já dinamizou outros eventos. “Além deste seminário já realizámos outro na universidade sobre investigação aplicada à medicina. Realizámos também, em parceria com a Fundação Grünenthal, um curso para Internos do ano Comum e dos Internatos Específicos dos Hospitais e da Medicina Geral e Familiar e iniciámos as reuniões com os enfermeiros e médicos dos centros de saúde para promover a avaliação e registo da dor, a prescrição de opióides e a articulação com os hospitais”, explica Maria Teresa Flor de Lima, gestora do Programa Regional de Controlo da Dor. Segundo a líder do programa, a adesão dos profissionais de saúde locais às iniciativas que têm sido desenvolvidas é bastante positiva. maria Teresa Flor de Lima não tem dúvidas de que o impacto destes seminários formativos conduzirá a melhorias significativas no diagnóstico e tratamento da dor crónica nas pessoas que residem naquela região autónoma. Segundo a especialista, “a dor crónica afeta 35% dos açorianos”. Trata-se de uma situação de dor persistente que, se não for adequadamente tratada, poderá afetar gravemente a qualidade de vida das pessoas e conduzir á sua incapacidade para o trabalho. Além do seminário, o Programa Regional de Controlo da Dor dos Açores organiza, também no dia 4, em parceria com a Lilly farmacêutica de Portugal, um workshop sobre o diagnóstico e tratamento da dor neuropática, orientado pela Dra. Beatriz Craveiro Lopes, presidente da Comissão da Competência de Medicina da Dor da Ordem dos Médicos As conferências são abertas ao público e o workshop requer uma inscrição prévia.


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