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A necessária reforma

04.07.2003


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João Barreiros
jpbarreiros@hotmail.com

O INEVITÁVEL aumento da escolaridade obrigatória de nove para 12 anos é uma oportunidade única para o desenvolvimento do país, e uma etapa indispensável para que o sistema de ensino português possa recuperar terreno em relação aos seus parceiros comunitários mais desenvolvidos.

Será, porventura, a mais essencial das reformas, com efeitos directos no mercado de emprego, cujas características se irão, forçosamente, alterar. A pertinência desta medida não pode, porém, distrair-nos da realidade que hoje conhecemos.

De acordo com os últimos dados disponíveis, 45% dos jovens entre os 18 e os 24 anos não tinham concluído o ensino secundário e não se encontravam a frequentar a escola, em 2001. A média da União Europeia é de apenas 19%.

Estes dados mostram que é preciso convencer quase metade dos jovens a prosseguirem os estudos ou, em muitos casos, será necessário dar-lhes condições para que o façam.





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