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A excelência do desperdício

18.06.2004


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Vítor Andrade

PORTUGAL não prima particularmente pela excelência das suas elites empresariais, nomeadamente nas empresas públicas e, em particular, nas empresas de transportes. Vejam-se os casos da Carris e da CP, só para citar alguns.

A TAP integrava, até há pouco tempo, o grupo das transportadoras mal geridas, com acumulação de prejuízos durante anos sucessivos. No entanto, essa tendência foi invertida.

Os lucros apareceram; a paz social na empresa foi conseguida e a imagem global da TAP, melhorou tendo sido reconhecida a nível mundial.

Porquê? Porque durante os últimos quatro anos Fernando Pinto, o gestor brasileiro convidado pelo anterior Governo socialista conseguiu fazer o que outros, durante anos a fio, não foram capazes.

Agora anuncia-se a sua saída da empresa. Ou seja, desperdiça-se um dos seus principais activos.





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