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Prossegur recruta 500 trabalhadores

A Prosegur quer reforçar a sua liderança em 2008
11.01.2008


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Marisa Antunes

Na Volta a Portugal costumam estar 60, no ‘Rock in Rio' cerca de 800, no ‘Estoril Open' mais de 100 e num jogo de futebol de alto risco nunca menos de 600. Os seguranças e vigilantes da Prosegur estão um pouco por todo o lado, tornando ainda mais visível o estatuto da empresa de quinto maior empregador nacional, com um total de 7500 colaboradores.

Para 2008, o recrutamento vai manter-se elevado. Como adiantou José Lourenço, director de desenvolvimento de recursos humanos da Prosegur, a estimativa aponta para um acréscimo de 7%: “Prevemos contratar cerca de 500 novos profissionais ao longo deste ano, o que aumentará para 8000 o número de trabalhadores”.

As contratações distribuem-se não só pela vigilância activa mas também pela logística e tratamento de valores, unidade de tecnologia e ainda área financeira da empresa.

Para o perfil procurado, a tónica assenta na orientação para o cliente. "São os clientes que sustentam toda a nossa actividade, por isso é para eles que os nossos profissionais devem estar orientados. Ter gosto pela comunicação e as relações humanas, gosto pelo trabalho em equipa, pela gestão de conflitos, são critérios com muito peso na hora do recrutamento”, sumariza José Lourenço.

Mas o perfil sai reforçado ao longo da formação-base que se segue à primeira selecção e que nunca ocupa menos de 100 horas. Como explica o responsável da Prosegur, “todo o sector de segurança privada tem um enquadramento legal muito forte, o que implica um investimento em formação bastante significativo”. Depois, consoante a actividade e as exigências do cliente, é dada a formação específica. “A Autoeuropa tem um plano de formação específica e a Embaixada dos Estados Unidos tem outro, só para citar dois casos”, refere ainda. Por exemplo, os profissionais da Prosegur que estão deslocados na ANA–Aeroportos de Portugal devem estar preparados para as especificidades do atendimento naquele local: devem estar aptos a lidar com pessoas de diversas nacionalidades e culturas, ter noções do «modus operandi» dos terroristas ou saber gerir conflitos, entre outros.

Numa outra área, os ‘guarda-costas' necessitam, além da formação-base, de mais 200 horas de formação específica em que são preparados para a utilização de armas de fogo, luta e defesa pessoal, a revista de viaturas ou a protecção de residências.

A aposta nos recursos humanos faz, pois, com que a empresa atribua a este departamento um orçamento na ordem de 1,5 milhões de euros. Com uma facturação de 118 milhões de euros, a Prosegur tem um total de sete delegações de média e grande dimensão e mais de uma dezena de pequenas delegações, de norte a sul do país.





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