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Produtividade: eu, 'pecador' me confesso

Produtividade: eu, 'pecador' me confesso

Desengane-se o melhor dos gestores se pensa que as fórmulas que definiu e implementou na empresa para potenciar a produtividade dos seus colaboradores, são à prova de 'prevaricadores'. Não há organização onde os profissionais não se dispersem com outras questões que não as profissionais e onde a fórmula perfeita da produtividade não seja posta em causa diariamente. A Paychex.com procurou respostas sobre o que desinquieta os trabalhadores nas empresas e o que testa os limites da sua produtividade. E conseguiu-as.

17.09.2016 | Por Cátia Mateus


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Perder tempo com questões acessórias ou pessoais durante o horário de trabalho é mais comum do que a maioria dos profissionais gosta de admitir e do que a maioria dos gestores desejaria. A consultora americana Paychex.com inquiriu mais de dois mil trabalhadores, de distintos sectores de atividade, sobre a sua tendência para “desperdiçar tempo no trabalho”. O estudo conduzido revelou que os millennials desperdiçam mais tempo do que qualquer outra geração de profissionais (mais de uma hora por dia). Utilities, Telecomunicações e funções públicas (ou associadas ao Governo) figuram entre a lista de sectores onde os profissionais são mais 'prevaricadores' em matéria de produtividade gastando em média, segundo o estudo, mais de três horas diárias em atividades pessoais ou marginais à sua função.?A geração Millennial é mais permeável a distrações no trabalho do que as suas antecessoras.

A investigação conduzida pela Paychex.com revela que apenas 40% dos profissionais desta geração admitem gastar menos de uma hora diária, durante o seu período de trabalho, com atividades marginais à sua função. Na Geração X a percentagem é de 46% e entre os Baby Boomers, 68%. Mas não é só a idade a criar impacto na produtividade dos profissionais. O sector de atividade em que estão inseridos também tem influência. Construção, Turismo, Media e Retalho são os sectores onde os profissionais se mostram mais focados no trabalho com 61%, 59,4%, 57,1% e 53,2%, respetivamente, a revelarem que não chegam a perder uma hora diária com “questões pessoais” no trabalho. O oposto sucede, por exemplo, em sectores como as utilities, Telecomunicações ou funções públicas onde os profissionais admitem gastar três ou mais horas diárias em atividades que não têm nada a ver com a sua profissão, apesar de estarem em horário de trabalho.

O que distrai os profissionais?
De tudo um pouco. Uma pesquisa recentemente divulgada pela plataforma Careerbuilder.com aponta os telemóveis como a distração mais comum para 52% dos profissionais em empresas americanas. A seguir, nos lugares de destaque da tabela, estão também a internet (44%), as conversas de corredor com os colegas (37%) e, apenas na quarta posição, as redes sociais (36%). ?Há também ambientes mais propícios à distração, nomeadamente os excessivamente barulhentos. Uma realidade com que lidam diariamente cada vez mais profissionais, desde que a cultura do open space tomou conta dos ambientes profissionais.

Para a consultora Paychex.com a questão do ambiente de trabalho e das possíveis distrações que este potencia são relevantes não apenas porque impactam diretamente na produtividade dos profissionais, mas também porque “podem reduzir a qualidade do trabalho, potenciar um mau relacionamento entre os líderes e as suas equipas, diminuir a motivação dos profissionais, potenciais o incumprimento de prazos e, consequentemente, a perda de receitas”, explica a consultora que realça que a definição de horários de trabalho flexíveis, demonstrou ser uma estratégia eficaz em muitas organizações para alavancar a produtividade.



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