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Procuram-se talentos capazes de salvar vidas

Procuram-se talentos capazes de salvar vidas

Fátima Agostinho dirige desde 2005 os recursos humanos da subsidiária nacional da multinacional farmacêutica Baxter. Na sua gestão quotidiana cumpre o duplo desafio de identificar o talento capaz de ajudar a empresa a cumprir a sua missão de salvar vidas e de motivar uma equipa jovem, desde as bases ao topo, com oportunidades de carreira e aprendizagem aliciantes e um forte equilíbrio entre a vida privada e profissional.

31.07.2015 | Por Cátia Mateus


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“Simplificar o complexo” é a grande ferramenta de gestão de Fátima Agostinho, a diretora de Recursos Humanos da subsidiária portuguesa da multinacional farmacêutica Baxter. Na empresa, a gestora que já deu cartas nos recursos humanos da Campotec e da RiberAlves, gere uma equipa de 100 profissionais muito jovem desde as bases à liderança. A média de idades da equipa de líderes da empresa em Portugal não excede os 40 anos. A identificação de talento é estratégica para uma marca cuja missão é ajudar a salvar vidas e que neste momento tem em mãos o desafio de concretizar o spin-off da unidade de Biociências.


Se tivesse que escolher uma palavra para caracterizar a política de recursos humanos da Baxter, era “compromisso” que Fátima Agostinho escolheria. A diretora de RH garante que esta é a orientação da empresa para os seus clientes e para os seus colaboradores. “A nossa missão é salvar e manter vidas, o nosso foco está nos produtos e tratamentos essenciais para a saúde, o nosso compromisso é acrescentar valor e providenciar resultados aos doentes, prestadores de cuidados de saúde”, explica adiantando que no que respeita aos profissionais da empresa, “a prioridade é continuar a proporcionar-lhes um ambiente de trabalho diferenciado, desafiante e intenso combinando tudo isso com formação continua, experiências diversificadas e um bom equilíbrio entre a vida privada e profissional”.


O compromisso da Baxter com os seus quadros estende-se também ao seu potencial de crescimento na empresa. Ao longo dos últimos anos, a farmacêutica tem crescido a um ritmo sustentável nas suas contratações e para 2015, além dos já realizados, estão previstos três novos recrutamentos. Fátima Agostinho explica que a empresa valoriza o crescimento da sua equipa e, por isso, “a principal fonte de recrutamento é interna”. Para a diretora de RH “esta é a melhor forma de fazer crescer a nossa estrutura e as pessoas que nela trabalham” e assegura que com este método “temos promovido o recrutamento e a evolução de muitos dos talentos portugueses”.


A Baxter contrata maioritariamente para a área comercial e na identificação do seu talento foca-se em três competências-chave: “para nós, vontade de aprender e melhorar continuamente, otimismo e foco no cliente são skills básicos que todos os nossos colaboradores têm de possuir”. E a diretora de recursos humanos adverte potenciais candidatos que “durante o processo de recrutamento são vários os testes que focam estas três competências”. Tanto mais que para Fátima Agostinho, o mercado em que a Baxter opera é um mercado exigente e de grande exposição mediática, onde trabalhar com ética e seriedade é determinante.

Fátima Agostinho
38 anos
Diretora de Recursos Humanos da Baxter

Formação:
É licenciada em Gestão de Recursos Humanos e soma várias formações específicas na área dos RH, Liderança e Coaching.

Primeiro emprego:
Aos 16 anos, em paralelo com os estudos, trabalhava em part-time como caixa num estabelecimento do comércio local.

Percurso de carreira:
Após a conclusão da sua formação académica, iniciou a carreira na Campotec SA, onde descobriu a sua paixão pela gestão de recursos humanos e onde permaneceu por seis anos. Saiu para integrar a equipa da RiberAlves como diretora de Recursos Humanos. Na Baxter está desde 2005.

Maior desafio profissional:
No final de 2012, quando a Baxter adquiriu a empresa sueca Gambro, especialista em hemodiálise e diálise de agudos, e a equipa de Portugal tinha como meta fazer a integração total da Gambro em menos de um ano.

Lema de gestão:
“Simplificar o complexo”.

Hóbis:
Dedica o tempo livre à família e ao seu gosto pela história e pelas viagens.



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