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Prioridade às soft skills

Prioridade às soft skills

As fracas soft skills dos recém-licenciados portugueses são um dos grandes entraves à sua integração no mercado de trabalho. A conclusão é avançada num estudo realizado pela COTEC e pela Fundação Calouste Gulbenkian, em parceria com a everis Portugal, que defende que uma aposta sólida na formação ao nível das competências comportamentais deve ser encarada como uma prioridade em matéria de empregabilidade.

25.09.2015 | Por Cátia Mateus


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O problema não é exclusivo do profissionais portugueses, sejam eles jovens ou seniores, e à semelhança do que sucede noutros países, a debilidade das soft skills detidas pelos portugueses representa uma das principais lacunas identificadas pelo estudo Transforma Talento, realizado em parceria pela COTEC e pela Fundação Calouste Gulbenkian com a everis, tendo em conta a sua integração no mercado de trabalho. Entre as competências comportamentais que as empresas procuram num candidato e as práticas dos profissionais disponíveis no mercado, vai um longo caminho. O gap entre ambos, apurado no estudo, traduz-se num preço elevado em matéria de empregabilidade. Razão pela qual, Daniel Bessa, diretor-geral da COTEC, identificou na apresentação do estudo a aposta nas soft skills como “uma das 13 medidas prioritárias para a transformação e desenvolvimento do talento nacional”, se não mesmo a “medida mestra”.

Uma investigação anterior, dinamizada pelo Center for Government da consultora McKinsey junto de 600 empregadores europeus - Education to Employement: Getting Europe's Youth into Work -, já havia alcançado concluões semelhantes. Também aqui se concluiu que para os empregadores, competências como a capacidade de comunicação, a orientação para a resolução de problemas e para a tomada de decisão, a capacidade de organização e gestão, o profissionalismo, as competências de liderança e de trabalho em equipa eram, muitas vezes, mais valorizadas pelos empregadores do que propriamente os conhecimentos técnicos.

Se a um primeiro olhar, pode parecer exagerado referir que as competências técnicas e o histórico do currículo podem garantir uma oportunidade de entrevista, mas são as soft skills que verdadeiramente garantem o emprego, ambos os estudo comprovam que o caminho é cada vez amis este. Para Daniel Bessa, o caminho para potenciar a empregabilidade e um acesso mais célere ao mercado de trabalho é combinar a solidez das competências técnicas com um quadro de competências comportamentais, alinhado com as orientações das empresas.



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