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NOS à procura do talento nacional

NOS à procura do talento nacional

O programa de trainees da NOS, o NOS Alfa, arranca apenas em outubro, mas a empresa já está de olhos postos nos candidatos nacionais e a selecionar no mercado os próximos talentos da organização. Apenas cerca de 30 jovens, formados nas mais diversas áreas, vão passar o rigoroso processo de seleção que lhes garantirá a integração num programa remunerado de formação on-job na empresa, com duração de um ano e possibilidades de integração posterior na equipa da NOS.

15.01.2016 | Por Cátia Mateus


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São 30 as vagas disponíveis, mas o diretor de Recursos Humanos da NOS, Luís Moura, não é intransigente no número final. “O objetivo é encontrar novos talentos e investir na formação qualificada como instrumento privilegiado para trazer valor à empresa, aos colaboradores e clientes”, explica deixando no ar que o número de jovens talentos a integrar a segunda edição do programa de trainees da empresa, o NOS Alfa, já a partir de outubro, poderá exceder as três dezenas inicialmente previstas.

Quem são estes talentos? Na mente do gestor de talento não há perfis pré-definidos. A linha de orientação da empresa no processo de seleção atualmente em curso será a da diversidade. É da riqueza de competências diversas que vive o programa, mas há aspetos que a que Luís Moura dá valor num candidato. ?“Procuramos jovens talentos que consigam conciliar a excelência e o mérito académico com experiência extracurricular e que tenham fit com a nossa cultura”, explica o diretor de recursos humanos.

Luís Moura confessa estar de olhos postos em “candidatos que demonstrem energia, atitude, ousadia e motivação para integrar um mercado dinâmico como o das telecomunicações e uma empresa visionária como a NOS”. O objetivo é identificar candidatos que tenham em comum capacidades e potencial para vivenciar as diferentes carreiras que a empresa tem capacidade para proporcionar e promover a sua integração na empresa em áreas que dependerão sempre do perfil de cada trainee.

Aprendizagem prática e remunerada

Esta é a segunda edição do programa NOS Alfa e tem data de início prevista para outubro deste ano, altura em que a primeira edição da iniciativa (ainda a decorrer) já terá terminado. Com as candidaturas a decorrer através da plataforma online do programa, a empresa não é restritiva nas áreas de formação dos candidatos a selecionar, mas Luís Moura esclarece que a primeira edição do programa levou à NOS jovens licenciados maioritariamente nas áreas da Gestão, Economia e Engenharia, com alguma apresenta também de perfis ligados às matemáticas aplicadas.

?O programa tem duração de 12 meses e oferece aos candidatos a possibilidade de conhecer e integrar a empresa no que Luís Moura define como “uma proposta de valor distintiva no mercado” pela sua capacidade em atrair os novos licenciados de acordo com um modelo baseado “na flexibilidade de opções de carreira, na cultura distintiva da organização, na qualidade da integração e no acompanhamento e desafios proporcionados aos trainees”, realça.?Durante os 12 meses em que decorre o programa, os trainees são integrados em duas áreas diferentes da empresa, cumprindo seis meses de atividade, formação e aprendizagem em cada uma delas.

À semelhança da primeira edição, o NOS Alfa tem início com uma semana de acolhimento “com atividades de team building, apresentação das diversas áreas de negócio e momentos de interação com diversos colaboradores da empresa”. Todo o programa está organizado numa lógica de mentoring onde os trainees são em permanência acompanhados por elementos mais séniores da organização. Uma parte determinante da iniciativa é a forte componente de formação que sustenta o programa, materializada nas diversas sessões a desenvolver no âmbito do NOS Campus.?

A NOS aceita candidaturas de jovens licenciados com experiência profissional até um ano e a participação no programa é remunerada. “É importante reconhecer e valorizar os candidatos, não só com remuneração mas também com um vasto programa de formação”, explica o diretor. O processo de seleção de candidatos é rigoroso e cumpre várias fases eliminatórias. Luís Moura explica que depois de uma primeira fase de assessment, os candidatos são sujeitos a entrevistas e a um evento de seleção final. O que está em causa, reforça, “é, por um lado, captar o melhor talento português, mas por outro criar as condições para sermos um forte promotor para o desenvolvimento desse talento em Portugal”. Trata-se pois de criar na empresa “uma base sólida para que estes jovens talentos cresçam e se desenvolvam, quer através da participação em projetos de responsabilidade, quer através de formação, ou ainda pelas múltiplas experiências proporcionadas no âmbito do programa”.



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