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Incubadora aposta na tecnologia

O centro de incubação de empresas de base tecnológica aposta nas ideias inovadoras que potenciem o desenvolvimento da região em que se insere
23.04.2008


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Maribela Freitas

O apoio na criação de negócios inovadores que dinamizem o tecido empresarial da região de Vila Verde é o principal objectivo a atingir pelo centro de incubação de empresas de base tecnológica do Instituto Empresarial do Minho (IEM). A funcionar desde Março, esta estrutura conta já com a presença de oito empresas que operam maioritariamente nas áreas do ambiente e energia.

Como o nome indica, esta incubadora situada em Soutelo, está direccionada às empresas ou ideias de base tecnológica e serviços. O empreendedor que tenha uma ideia, projecto ou produto já pronto pode-se candidatar à incubadora, através da apresentação de um plano de negócios. Em termos de serviços, o centro cede espaço físico para alocação do empreendedor e todo o suporte administrativo de apoio à gestão na fase de desenvolvimento e prospecção comercial, fase crítica para a implantação do negócio. Funciona ainda como parceiro através da articulação com entidades de pesquisa e fomento, fornecendo conhecimentos para acelerar o crescimento dos negócios, potenciando e desenvolvendo as competências dos empreendedores e ajudando-os a ampliar a sua visão estratégica para o mercado.

“No que toca às empresas a incubar, temos duas exigências: que sejam ideias ou negócios inovadores e que tenham base tecnológica”, explica Rui Fernandes, coordenador do IEM, instituição sem fins lucrativos criada em 2002 pela Câmara Municipal de Vila Verde, Associação Industrial do Minho, Universidade do Minho, Associação Comercial de Braga, Expoente — Serviços de Economia e Gestão S.A. e o IDITE-Minho. Neste momento estão já implantadas nesta incubadora oito empresas, estando mais seis em processo de instalação. De acordo com Rui Fernandes, a maioria dos negócios já instalados centra-se nas áreas do ambiente, energia e também nas tecnologias de informação e comunicação. “Nem todos os empreendedores são desta região, mas há sempre uma ligação com ela. Alguns projectos nasceram na universidade”, salienta o coordenador do IEM.

Esta incubadora quer ainda trabalhar sectores tradicionais através de novas perspectivas e valências e estimular o potencial turístico da região. Serão ainda explorados os portefólios tecnológicos das Universidades e centros tecnológicos da região em que se insere. “O centro de incubação pretende auxiliar no desenvolvimento desta zona, auxiliar a criação de negócios e captar investimento”, finaliza Rui Fernandes.





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