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Empresários 'ignoram' licenciados

29.08.2003


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Vítor Andrade
vandrade@mail.expresso.pt

DE ACORDO com o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), o desemprego cresceu 51,5% entre os recém-licenciados ao longo do último ano.

São números que podem ter várias leituras. No entanto, a mais preocupante - além do facto de estarmos a falar de pessoas que não têm trabalho - poderá ser, porventura, a seguinte:

é que o nossos empresários continuam a não querer ver aquilo que é óbvio. Ou, seja, insistem em recrutar mão-de-obra pouco qualificada.

Talvez não queiram perceber, mas, a prazo, isso traduzir-se-á quase de certeza em índices de produtividade muito menores que os desejados, níveis de eficácia mais baixos e, em última análise, em perdas de competitividade consideráveis para as empresas em causa.

É certo que, no curto prazo, o recrutamento de mão-de-obra menos qualificada poderá representar menores custos para o orçamento imediato da empresa.

A "factura", porém, virá mais tarde, quando essa mesma empresa tiver que competir com outras servidas de mão-de-obra devidamente formada. A diferença entre elas é que umas tiveram visão estratégica, e outras... não.





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