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Economistas empregados

13.08.2004


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Fernanda Pedro

QUEM termina uma licenciatura na Faculdade de Economia da Universidade do Porto consegue uma fácil inserção no mercado de trabalho. Pelo menos 72,2% dos recém-formados consegue um emprego em menos de três meses após a finalização do curso.


Este foi o resultado do inquérito realizado pelo Gabinete de Apoio ao Aluno daquela instituição de ensino com vista a avaliar a entrada no mercado de trabalho dos seus recém-licenciados.

Desde 2000 que o gabinete realiza anualmente um inquérito postal aos seus alunos de forma a permitir dispor de toda a informação sobre os diversos percursos de inserção profissional. Assim, em conjunto com os anteriormente realizados (anos lectivos de 1994/95 a 2000/2001) permitem um aprofundado conhecimento de oito gerações de diplomados da faculdade.

De acordo com o gabinete, os últimos resultados revelaram que apesar da conjuntura económica estes números constituem "um sinal positivo da qualidade e dinamismo da formação oferecido pela faculdade". O inquérito revelou ainda que três em cada cinco licenciados mantiveram o emprego inicial.

Por outro lado, a evolução da distribuição dos salários desde o início da actividade apresenta um decréscimo significativo do peso do escalão de remunerações mensais líquidas inferiores a 750 euros (de 65% para 40%). Em contrapartida, registou-se um reforço do peso do escalão dos 750 euros a 1250 euros (de 28% para 41%).

Ainda segundo os resultados do inquérito, o sector dos serviços continua a ser o principal empregador dos recém-licenciados da Faculdade de Economia do Porto e a região Norte a principal área geográfica de inserção profissional.

Para ajudar a integração dos licenciados, foi lançada em Fevereiro de 2003 a versão "on-line" da bolsa de emprego lançada pela secção de integração académica e profissional do gabinete de apoio ao aluno.

O sítio www.fep.up.pt/bolsadeemprego/, foi um novo recurso que permitiu estabelecer uma ligação directa entre finalistas e licenciados da faculdade e entidades empregadoras e que segundo o gabinete está a revelar-se "uma ferramenta de grande utilidade para quem procura emprego e para as empresas que procuram profissionais nas áreas da economia e gestão".





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