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250 empregos nos seguros

250 empregos nos seguros

Está em crescimento e apesar da crise económica que nos últimos anos afetou Portugal, conseguiu manter índices interessantes de empregabilidade e retenção dos seus quadros. O setor dos seguros emprega em Portugal cerca de onze mil profissionais. O seu perfil de qualificação e especialização evoluiu nos últimos anos e para Pedro Seixas Vale, presidente da Associação Portuguesa de Seguradores, em 2015 as oportunidades de emprego continuarão a surgir nesta área onde a média salarial ultrapassa a fasquia dos dois mil euros mensais.

09.01.2015 | Por Cátia Mateus


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Ao longo do último ano, o sector dos seguros marcou presença regular no ranking das oportunidades de emprego divulgadas no Expresso. A dinâmica de contratação registada no sector é agora confirmada pelos resultados do estudo “Pessoal da Atividade Seguradora” realizado pela Associação Portuguesa de Seguradores (APS), focando a evolução da população laboral do sector em 2014, e agora divulgado pela associação. Segundo Pedro Seixas Vale, presidente da APS, os dados apurados no estudo e reforçados pela dinâmica do sector no último ano, permitem classificar o sector segurador como “um sector económico de futuro” e onde vale a pena investir. Em 2015, o presidente prevê que sejam criados cerca de 250 novos empregos na área. Posicionar a área como a primeira opção de emprego para um número crescente de profissionais qualificados é ambição da APS.?

Pedro Seixas Vale garante o sector nacional dos seguros é multifacetado, aliciante e oferece interessantes oportunidades de carreira. É com estes trunfos que a área tem vindo a conquistar um número crescente de profissionais em diversas áreas de especialidade, tantas quantas a atividade seguradora exige. “Nos últimos anos foram admitidos entre 200 a 250 colaboradores, na sua maioria com formação superior”, explica o presidente da APS acrescentando que “a atividade seguradora é bastante extensa no seu âmbito, complexa e rigorosa (na sua profundidade)”, razão pela qual congrega variadíssimas áreas de atuação. Da totalidade dos profissionais do sector, cerca de 47% possuem habilitações ao nível do bacharelato, licenciatura, mestrado ou doutoramento. Áreas como a Gestão, Economia, Contabilidade, Direito, Engenharia, Matémática, Recursos Humanos, Sistemas de Informação e Comunicação, Marketing, Medicina, Psicologia ou Gestão de Saúde representam - e continuarão a representar em 2015 - o maior foco de contratação de um sector que, garante Pedro Seixas Vale, tem procurado de forma crescente captar talento e desenvolvê-lo ao serviço dos seguros. ??Elevada taxa de retenção

“O sector regista atualmente uma taxa de antiguidade média de 17 anos” enfatiza o presidente destacando como os aspetos que mais têm contribuído para a redução significativa da taxa de rotação no sector, o nível salarial mas também, o investimento que as seguradoras têm vindo a realizar na qualificação dos seus profissionais e no incentivo ao seu crescimento profissional. “Este é um sector com uma estrutura remuneratória média muito apelativa (cerca de 2.200 euros mensais), quase o dobro da média nacional e bem acima da remuneração média no sistema financeiro, cerca de 1600 euros”, explica o presidente da APS acrescentando a “existência de possibilidades de carreira internacional, elevados índices de estabilidade no emprego (só cerca de 3,5% dos trabalhadores têm contratos a termo) e com possibilidades também de uma significativa mobilidade, interna e externa”.?

Nos últimos anos, o foco das empresas tem estado centrado na criação de condições de atratividade e retenção sobretudo nas áreas que permitam um aprofundamento e melhoria do seu modelo de negócio, quer ao nível técnico, quer na gestão de de investimentos, na gestão de clientes ou nos sistemas de informação. São perfis orientados para estas áreas que o sector mais está a valorizar e a recrutar e deverão registar maior potencial de empregabilidade durante 2015. Pedro Seixas Vale realça ainda as múltiplas ações de melhora que as empresas têm introduzido nos processos de recrutamento, com recurso a empresas especializadas, na realização de estágios, regra geral, remunerados, no incremento das condições salariais e benefícios atrativos (com componente variável e baseada em modelos de avaliação de desempenho transparentes), nos programas de desenvolvimento de carreiras, na qualificação e na estabilidade do emprego.

Segundo o presidente da APS, “ao contrário do sistema bancário e do mercado de capitais, o sector segurador foi uma fonte de estabilidade dentro do sistema financeiro”. Para dar continuidade ao crescimento da sua atividade, as empresas do sector procuram agora talentos de áreas diversas com ambição para crescer numa carreira dinâmica.

 



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