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Como Continental Mabor vai contratar

Como Continental Mabor vai contratar

Lidera os destinos e a estratégia de desenvolvimento profissional de uma equipa de 1880 colaboradores, a que se juntam 370 trabalhadores temporários, “recrutados para fazer face aos picos de flutuação do mercado que têm reflexo direto nas variações de produção”. Carlos Gonçalves, o diretor de Relações Humanas e HR Country Head, da Continental Mabor, tem habitualmente a missão de selecionar e integrar os cerca de 50 profissionais que todos os anos chegam à empresa. Em 2016 o desafio será maior. Está em curso a preparação de um novo produto que obrigará a um incremento das contratações. 

27.02.2016 | Por Cátia Mateus


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Em média, a cada ano, chegam à Continental Mabor 50 novos profissionais, especialistas em várias áreas. Este ano serão mais. Carlos Gonçalves, o rosto da contratação de talento e gestão de carreira na organização, não avança números fixos mas reconhece que além dos 11 processos de recrutamento que estão atualmente a decorrer para a empresa, a média anual de crescimento de quadros que tem sido prática dos últimos dez anos, deverá em 2016 ser superada.

Além das novas oportunidades operacionais geradas por um novo produto que a marca tem eme fase de preparação e lançamento, a Continental está também a “dar passos da realização de atividades de R&D a partir da empresa, o que também será uma novidade e trará por isso funções adicionais”, garante. ?Por regra, as contratações na Continental Mabor são transversais a toda a empresa, focando áreas como a Produção, as funções de Logística, Qualidade, Engenharias, Segurança e Ambiente, Economia, Contabilidade e outras.

Estatisticamente, é a área da Produção que absorve anualmente a maioria das contratações, ainda que “gradualmente as restantes áreas tenham vindo a assumir um papel de maior destaque” muito por força dos vários estágios académicos que a empresa tem acolhido. Carlos Gonçalves garante que quando recruta não está “a procurar uma agulha num palheiro” e acrescenta que a Continental Mabor “não tem um modelo estérotipado. O sentido comum e a mente aberta são as nossas primeiras atitudes e começam por nós próprios (Recursos Humanos) no processo de procura, identificação e atração de pessoas”.

O responsável diz acreditar que “existem sempre um lugar para diferentes características” na sua equipa e que é crucial que os candidatos tenham “uma inquietação permanente para se desenvolver e ao seu projeto profissional e pessoal, sem descurar o equilíbrio com o meio que os rodeia”.?Será esta a orientação do gestão quando este ano estiver a contratar novos reforços para a sua equipa, seja para dar resposta às necessidades de crescimento da empresa, ao nível do desenvolvimento de novos produtos, mas também devido à captação para Portugal de áreas que até agora estão concentradas na Alemanha, como sejam as funções e atividades relacionadas com a investigação e desenvolvimento (research & development).

Carlos Gonçalves
50 anos
Diretor de HR da Continental Mabor

Formação:
É licenciado em Gestão de Recursos Humanos e Psicologia do Trabalho, pelo Instituto Superior de Línguas e Administração de Lisboa (ISLA) e concluiu também o Programa de Desarollo Directivo, no IESE, em Madrid.

Primeiro emprego:
O seu primeiro contacto com o mundo do trabalho foi já na indústria automóvel. Aos 16 anos, trabalhou durante os meses de verão numa oficina de escapes.

Percurso:
Após várias experiências de trabalho durante as férias do verão, ingressou após a conclusão do serviço militar, numa empresa de construção civil ao mesmo tempo que iniciou a sua formação superior. Na empresa, acabou por ingressar nos Serviços de Pessoal e, mais tarde, assumiu a responsabilidade desse departamento em Angola. De regresso a Portugal, integrou uma empresa de transportes e logística, como responsável pelo Departamento de Formação. Foi ainda responsável pela criação da área de Recursos Humanos e de Qualidade da firma, em Espanha. É desde 2004 diretor de Relações Humanas e HR Country Head da Continental Mabor.

Princípios de gestão:
“Ética, equidade e a confidencialidade”, destaca.

Processos de recrutamento ativos:
Atualmente, 11.



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