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Huawei recruta mais 50

Huawei recruta mais 50

A empresa chinesa Huawei inaugurou esta semana o seu novo centro tecnológico de suporte, em Lisboa. Um investimento de 10 milhões de euros que poderá a breve prazo acrescentar mais 50 novos colaboradores aos cerca de 100 que a fabricante de sistemas de comunicação e informação já emprega em Portugal.
17.02.2012 | Por Cátia Mateus


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No ano passado a chinesa Huawei faturou em Portugal 70 milhões de euros. A empresa que está presente em território nacional desde 2004, já investiu mais de 40 milhões de euros na economia lusa e assegura emprego a cerca de 100 colaboradores. Uma lista que poderá a breve prazo crescer com 50 novas contratações, decorrentes do mais recente investimento da fabricante chinesa de soluções e sistemas de comunicação: o Centro Tecnológico de Suporte Huawei, que abriu portas esta semana em Lisboa. Estes cinquenta novos postos de trabalho ainda estão em aberto e na mira da empresa estão, sobretudo, perfis ligados à engenharia. Pedro Ferreira, diretor da Huawei Portugal, explica que “o novo centro tem capacidade para recrutar 50 engenheiros, que se juntarão aos 100 colaboradores que já temos em Portugal, mas oa contratação destes profissionais altamente qualificados será feita à medida das necessidades da empresa, tendo em conta novos contratos estabelecidos”. O líder da empresa chinesa em território nacional reforçou a solidez do investimento da Huawei no país, com aposta de 10 milhões de euros neste novo centro e destacou a cooperação com a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) que, como refere, “acompanhou decisivamente o projeto”. A inauguração do novo centro tecnológico serviu ainda de palco para a assinatura do memorando de entendimento entre a empresa e a AICEP, estabelecendo uma parceria estratégica entre ambas as entidades. O memorando visa, segundo Pedro Reis, presidente da AICEP, concretizar a aposta da empresa no mercado nacional e contempla alguns incentivos financeiros e fiscais. “A Huawei comprometeu-se a realizar um investimento na ordem dos 10 milhões de euros e criar postos de trabalho”, revela o líder da AICEP confirmando que o acordo firmado tem previsto um pacote de incentivos para ancorar este aposta no país que depende do impacto do investimento e, por isso “ainda não está fechado”, revela. Portugal Telecom, Zon, Vodafone e Sonaecom figuram entre os principais clientes da Huawei em Portugal. A empresa tem como foco os serviços ao cliente e na sua política de recursos humanos valoriza o recrutamento eficiente, a progressão, a qualificação e a constante avaliação de desempenho dos seus colaboradores. O plano de carreiras global da empresa prevê que os colaboradores possam escolher o caminho mais adequado para o seu desenvolvimento dentro da organização, em função das suas características pessoais, e dessa forma, atingir as suas metas e ambições sustentadas na qualificação constante. Uma regra que deverá também aplicar-se em Portugal. À margem da inauguração do novo centro da tecnológica chinesa em Portugal, Pedro Reis revelou que embora os dados sejam confidenciais, há intenções de investimento de empresas que pretendem entrar no mercado nacional e de outras que já estão no mercado português e querem reforçar os seus investimentos. Uma conjuntura que para o líder da AICEP demonstra que “o país é competitivo”. Mas para o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, o movimento inverso é igualmente importante. Paulo Portas aproveitou a inauguração da nova estrutura para defender a importância das empresas portuguesas conquistarem o mercado asiático. No ano passado, garantiu o ministro, as exportações portuguesas para a China cresceram quase 70%. “É muito importante que as empresas nacionais apostem o mercado asiático”, salientou Paulo Portas que classificou a aposta da Huawei em terras nacionais como “um momento de luz, vanguarda e esperança” e acrescentou que “este investimento qualificado dará oportunidades de trabalho e competências”. O acordo agrada também ao embaixador da China em Portugal para quem “o novo centro tecnológico consiste num reforço e expansão da Huawei em Portugal, na área do suporte técnico”. Ainda assim, o diplomata reconhece que embora existam muitas empresas interessadas em investir no país, é necessário um tempo de adaptação para se enquadrarem no mercado. Desconhece-se ainda o prazo em decorrerão as novas contratações para a Huawei em Portugal. O recrutamento acontecerá à medida das necessidades ditadas pelos novos contratos que sujam à empresa, mas as candidaturas estão abertas através do centro de carreiras global da empresa na sua plataforma online. Engenheiros e perfis técnicos altamente qualificados podem encontar aqui uma oportunidade de integração profissional no país.


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