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Focar na estratégia

17.09.2004


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Ruben Eiras

O FALHANÇO na criação de prioridades estratégicas é o erro mais comum entre os gestores de topo seniores nos seus primeiros 100 dias em funções, o período mais importante da afirmação da liderança num cargo de direcção. Esta é a opinião de perto de um quarto dos empregadores inquiridos no Executive Recruiter Index, um barómetro de recrutamento de gestores realizado pela Korn/Ferry International, uma consultora de «executive search» sediada em Nova Iorque.


Os outros erros mais frequentes identificados pelos empregadores são as gafes culturais e o «suicídio» político (16%), esperar demasiado tempo para introduzir mudanças (16%), não passar tempo suficiente com os subordinados (14%) e hesitar em tomar decisões pessoais difíceis (10%). De acordo com Joe Griesedieck, vice-presidente da Korn/Ferry, existe uma tremenda pressão para os novos CEO (Chief Executive Officer) e outros executivos de topo para conseguirem lidar com um conjunto de questões cada vez mais heterogéneo e diversificado.

«Os gestores melhor sucedidos são aqueles que quebram as resistências à mudança, isolam com antecedência as suas prioridades estratégicas e constroem uma linha de acção para colocá-la em prática. Este processo é crítico, porque os primeiros 100 dias são uma oportunidade única para perturbar o ‘status quo'», salienta aquele especialista.

A pesquisa também identificou as qualidades que os empregadores classificam como críticas para o sucesso de um gestor de topo numa nova posição. No topo da lista estão as competências das pessoas (44%) e os valores e comportamentos que correspondem aos da organização. Outros factores valorizados são a habilidade para agir rapidamente (6%), a experiência na função e no sector. Cerca de 25% dos inquiridos referem que a montagem e a solidificação de uma equipa deve ser a prioridade de topo nos primeiros 100 dias em funções de um novo CEO.






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