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Consórcio fomenta intercâmbio de alunos

Consórcio fomenta intercâmbio de alunos

Aprofundar e fortalecer a ligação entre o ensino superior politécnico e o mercado de trabalho através da criação de estágios profissionais em países europeus e recebendo alunos estrangeiros em Portugal, é o grande objectivo a atingir com o recém-criado Consórcio ErasmusCentro. Um organismo que envolve desde instituições de ensino superior a associações empresariais e câmaras municipais.
03.02.2012 | Por Maribela Freitas


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Os consórcios Erasmus destinados à mobilidade de estágios foram lançados pela Agência Nacional Pro-alv em 2007. Os formados até aqui em Portugal têm agregado apenas uma instituição de ensino superior a um conjunto de empresas. O recém criado consórcio vai mais longe e é pioneiro em Portugal na quantidade e diversidade de entidades de uma região que envolve, nomeadamente: os Institutos Politécnicos de Coimbra, Castelo Branco, Guarda, Leiria e Viseu, 16 associações empresariais, 41 empresas, cinco câmaras municipais, seis associações da sociedade civil e ainda uma parceria com o Conselho Empresarial do Centro/Câmara de Comércio e Indústria do Centro. Um modelo que fora de Portugal é muito utilizado. “Desde o primeiro momento este modelo pareceu muito mais interessante e particularmente adequado ao ensino superior politécnico. Por um lado, pela forte vocação que temos de ligação aos empregadores nas várias áreas de formação; por outro, porque existe no Politécnico a vontade política e a consciência relativamente às virtudes e benefícios que se podem retirar da convergência de sinergias entre as várias Instituições”, explica Maria João Cardoso, vice-presidente do Instituto Politécnico de Coimbra (IPC), entidade que vai gerir o consórcio nos próximos dois anos e coordenadora deste consórcio. Este ano a oferta será de 230 estágios e os países de destino previstos são a Áustria, Alemanha, Bélgica, República Checa, Dinamarca, Estónia, Espanha, França, Finlândia, Grécia, Itália, Holanda, Noruega, Polónia, Roménia, Reino Unido, Turquia, Hungria, Chipre, Letónia, Luxemburgo, Eslovénia, Irlanda e Suécia. “Com as previsões de que já dispomos, uma vez que nesta fase estão concluídas as fases de candidatura e seleção, iremos alcançar um nível de 100% de execução”, refere a vice-presidente do IPC. Quanto aos estudantes a receber a candidatura é elaborada em termos de paridade, isto é, as entidades envolvidas dispõem-se a receber estudantes europeus para estágio em número idêntico aos enviados. Acrescenta Maria João Cardoso que “a larga maioria destes estágios são curriculares e, portanto, trata-se de formação, mas em contexto de trabalho. Uma experiência em ambiente de trabalho num país europeu implica a aquisição de competências muito valorizadas pelos empregadores na economia global dos nossos dias”. Acrescenta que adquirem competências linguísticas, de responsabilidade e autonomia na resolução de problemas, de integração em modelos organizativos diferentes, de relacionamento interpessoal e intercultural que constituem, entre outras, ferramentas valiosas e reconhecidas no mercado de trabalho. A esta iniciativa podem concorrer os alunos matriculados nos institutos politécnicos envolvidos no consórcio, tanto para estágios curriculares integrados no curso, como não. Nesse caso será considerada uma actividade extracurricular que será registada como suplemento no diploma.


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