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A ameaça que vem do Leste

09.07.2004


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João Barreiros
jpbarreiros@hotmail.com

AS EMPRESAS alemãs e francesas deram nas últimas semanas um sinal muito claro de que chegou ao fim a progressiva redução do tempo de trabalho semanal. A primeira foi a Siemens, seguindo-se outros gigantes da indústria, como a Continental ou o Thyssenkrupp.

A concorrência de Leste está a apertar cada vez mais, pelo que a única forma de manter empregos - dizem alguns - é aumentar o período de trabalho, em vez de o diminuir, mantendo os mesmos salários. É uma amarga tendência que agora se desenha, em nome do combate por uma maior produtividade.

Pede-se aos trabalhadores que esqueçam a semana das 35 horas, já praticada em muitas empresas. Se não modernizarmos os nossos processos laborais, mudando práticas e atitudes, como será quando a onda atingir Portugal, país de muitas horas de trabalho e pouca produtividade?





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