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Profissionais de saúde recebem formação

Profissionais de saúde recebem formação

Um protocolo entre a Unidade de Missão para os Cuidados Continuados e Integrados, o Instituto Português de Oncologia de Lisboa e a Fundação Calouste Gulbenkian premitirá a formação de 1500 profissionais na área dos cuidados paliativos em Portugal.
14.04.2011 | Por Cátia Mateus


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A Unidade de Missão para os Cuidados Continuados e Integrados (UMCCI), o Instituto Português de Oncologia de Lisboa de Francisco Gentil (IPO) e a Fundação Calouste Gulbenkian estabeleceram um protocolo que viabilizará o desenvolvimento de projetos na área dos cuidados paliativos em Portugal. O acordo possibilitará que 1500 profissionais de saúde, da rede de cuidados continuados, recebam formação na área dos cuidados paliativos.

“Um dos objetivos do programa Nacional de Cuidados Paliativos é aumentar as respostas à população, tanto ao nível do internamento como, sobretudo, ao nível das respostas domiciliárias nas diversas regiões do país”, esclareceu Inês Guerreiro, coordenadora da UMCCI na ocasião da assinatura deste protocolo. Através deste acordo, será desenvolvido um apoio na área da formação sobre a dor destinado a médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde das unidades de internamento e das equipas integradas domiciliárias da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI).

Inês Guerreiro, esclarece que “é necessário dar formação aos profissionais para terem capacidade de prestar cuidados de conforto e alívio de sofrimento às pessoas com doenças graves, incuráveis e degradação progressiva”. A responsável enfatiza que “a formação destes profissionais na área da dor é fundamental para a humanização e qualidade da prestação de serviços”.

A coordenadora da UMCCI lamenta a “enorme resistência que os profissionais de saúde ainda têm em identificar os doentes com necessidade de cuidados paliativos” acrescentando que “a referenciação faz-se quase sempre em fim de vida”. Paralelamente a esta formação que abrangerá 1500 profissionais em três anos, este projeto viabilizará também a criação de quatro equipas domiciliárias destinadas à prestação de cuidados paliativos no Porto, Planalto Mirandês e Mértola. As quatro novas equipas deverão dar resposta a 100 doentes por ano. “A Gulbenkian paga os recursos humanos e a formação destas equipas para poderem tratar dos doentes no seu domicílio”.

Segundo Inês Guerreiro, a rede de cuidados continuados em Portugal tem, atualmente, 165 camas de cuidados paliativos a nível de internamento e cerca de 50 equipas de apoio domiciliário, que asseguram de igual forma estes cuidados. A Gulbenkian contribuirá financeiramente para estes projetos - desenvolvidos em parceria com as autarquias, centros de saúde locais e instituições de solidariedade - que terão manutenção assegurada pelas administrações regionais de saúde.



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