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Glintt recruta 50 trainees

Glintt recruta 50 trainees

São este ano 50 os recém-licenciados e jovens mestres que podem carimbar o passaporte de entrada na Glintt como trainees. A tecnológica portuguesa está a conduzir o processo de seleção para a edição 2016 da Academia Glintt, o programa de trainees da empresa que assegura a identificação de talento e a formação dos futuros quadros da organização.

01.07.2016 | Por Cátia Mateus


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Desde o início do ano, a Glintt já contratou 67 profissionais e até ao final do ano novos reforços se deverão juntar à equipa de 995 profissionais que garante a atividade da tecnológica portuguesa. A provar este foco no talento está no aumento do número de vagas para a Academia Glintt, o programa anual de trainees da tecnológica. Na última edição a Glintt recebeu 15 trainees, 13 dos quais permanecem hoje na empresa. Este ano serão 50 as vagas disponíveis. Patrícia Valente, diretora de Recursos Humanos da empresa, garante que propósito é o mesmo: identificar e formar os futuros talentos da organização, mas há mudanças no programa.

Setembro marcará o início da Academia Glintt 2016, a primeira de abrangência global e focada em “oferecer aos participantes a oportunidade de mergulhar num contexto empresarial real”, explica a diretora. A sede da empresa, na Beloura (Sintra), receberá durante nove meses os 50 participantes selecionados para a edição, que serão distribuídos pelas vagas disponíveis nas várias áreas da empresa. Na seleção de talentos, a empresa estará focada em perfis oriundos das áreas de Engenharia Informática, dos Sistemas e Tecnologias de Informação, Engenharia Biomédica, Ciências Farmacêuticas, Gestão, Economia e Contabilidade. Podem ser recém-licenciados ou mestres. O foco da empresa é o talento. “Queremos mostrar, de uma forma muito assertiva e pragmática, o que é a nossa realidade empresarial, as oportunidades de crescimento e desenvolvimento que a Glintt oferece e, sobretudo, queremos detetar, atrair e captar o melhor talento”, explica Patrícia Valente.

Nesta edição, a Academia estará estruturada em dois grandes blocos. “O primeiro tem como propósito permitir o contacto com todas as áreas da Glintt e também contempla um conjunto de sessões focadas nas soft skills, onde serão passadas noções de âmbito corporativo e empresarial, regras da atividade, técnicas e formas de apresentação”, explica acrescentando que se trata de transformar a academia “numa espécie de incubadora corporativa”. Neste primeiro bloco estão previstas também sessões de Conhecimento, conduzidas por líderes da Glintt, onde será feita a apresentação de projetos, partilha de best practices e visitas a clientes. “Basicamente, neste primeiro bloco criamos condições para que a cultura Glintt seja apreendida pelos participantes”, reforça Patrícia Valente. Esta etapa do processo terá a duração de duas semanas.

A partir da terceira semana e durante os nove meses em que decorre a academia, os trainees terão formação em áreas específicas – Tecnologias de Informação, Consultoria e Gestão -, sempre em grande proximidade ao contexto real da atividade. Em suma, “os participantes vão ter acesso a um programa integrado de formação, composto por aquisição de desenvolvimento de competências técnico profissionais, e aplicação prática em contexto de projeto”, explica a diretora acrescentando que “terão a possibilidade de desenvolvimento de carreira numa vertente técnica ou de gestão, em contexto nacional ou internacional e com imersão em projetos tecnológicos em contextos reais, com contacto e participação dos clientes”.

No último ano, a Glintt contratou aproximadamente 200 profissionais. Patrícia Valente estima que este ano o volume de contratações ronde estes números. “Além dos trainees que vão integrar a Academia, contamos ainda contratar 100 novos profissionais”, admite a diretora de Recursos Humanos.



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