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4500 vagas nas Melhores para Trabalhar

4500 vagas nas Melhores para Trabalhar

São consideradas empresas de excelência não só pelo seu posicionamento no mercado e pela solidez do seu negócio, mas sobretudo pelo foco que colocam no desenvolvimento e motivação dos seus profissionais. Conseguir destacar-se entre a concorrência, ultrapassar com sucesso as várias etapas de seleção e garantir um lugar numa das 100 Melhores Empresas para Trabalhar, eleitas anualmente pela revista Exame em parceria com a consultora Accenture, pode não ser uma tarefa fácil mas o Expresso Emprego mostra-lhe que há, pelo menos, 4500 motivos para tentar.

13.02.2015 | Por Cátia Mateus


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Planos de carreira aliciantes, uma aposta constante e bem estrturada na formação dos seus profissionais, salários e benefícios extra-salariais acima da média do mercado, possibilidades reais de progressão profissional e múltiplos serviços facilitadores da conciliação entre o trabalho e a família, são algumas das vantagens de integrar a equipa de uma das 100 empresas identificadas pela revista Exame e pela consultora Accenture como uma das 100 Melhores Empresas para Trabalhar em Portugal. Este ano, há mais de 4500 vagas nestas empresas. O Expresso Emprego mostra-lhe que tipo de talentos procuram estas equipas vencedoras e como recrutam.

Das tecnologias de informação à consultoria, passando pelo sector dos call centers, da saúde, da restauração, hotelaria, banca, indústria, comércio e tantos outros, oportunidades não faltam em 2015 nas 100 Melhores Empresas para Trabalhar. Carimbar o passaporte de entrada na “melhor entre as melhores“, a tecnológica Ericsson, pode não ser fácil já que a empresa tem apenas 10 vagas disponíveis para 2015 (ver tabela), que deverá preencher em conformidade com os seus objetivos a médio prazo: ter em 2020 cerca de 30% da força de trabalho contituida por mulheres. A equipa da Ericsson, ainda é dominada por perfis masculinos (80% do total de profissionais), à semelhança do que sucede em grande parte das tecnológicas, mas Rute Diniz, a diretora de Recursos  Humanos da empresas assume o propósito de atrair mais mulheres para o universo da empresa. Uma estratégia que terá em conta quando recrutar este ano “perfis com formação na área da engenharia informática ou de telecomunicações e competências e experiência em OSS & BSS, TV e Media”, explica.

?As 10 empresas que ocupam as posições cimeiras do ranking, deverão criar cerca de 247 oportunidades de emprego durante este ano. A maioria delas - 100 - serão geradas pela Groundforce Portugal que recrutará, maioritariamente para as áreas operacionais, perfis com formação ao nível do ensino secundário. Neste grupo, merecem também destaque as vagas anunciadas pela empresa de transportes de encomendas TNT (50) e pela tecnológica Gatewit (50).?

Porém, as grandes líderes das contratações para 2015 não saem desta pole de empresas que se qualificaram como nas 10 posições cimeiras da lista da Exame. O ranking das intenções de contratação para 2015 é liderado (com larga vantagem) pela Teleperformance. A empresa de contact center liderada por João Cardoso, vai contratar este ano 1400 profissionais. Na mira da Teleperformance estão perfis com formação ao nível do ensino secundário e também com formação superior, com fluência em idiomas distintos, para reforçar a área de operações. Na empresa trabalham atualmente 4600 profissionais com 56 nacionalidades distintas. ?O Leroy Merlin, com 600 novas contratações previstas (a grande maioria já este ano, as restantes nos próximos), a consultora imobiliária Re/Max que anunciou a contratação de 430 profissionais e a consultora PwC que este ano prevê integrar 400 novos elementos na sua equipa, são as empresas que se seguem no top dos recrutadores.

Na área do retalho, a cadeia de produtos de decoração e bricolage Leroy Merlin destacou-se pelo forte espírito de partilha que envolve a sua equipa. A empresa tem Comités de Progresso, onde estão representadas as várias funções da empresa com profissionais eleitos pelos trabalhadores, que reúnem mensalmente para analisar a evolução do negócio, as condições de trabalho e definir as estratégias de otimização das vendas. Um foco Ana Herreno, diretora de recursos humanos da marca considera essencial para a cultura de RH da empresa. Perfis com qualificações ao nível do ensino secundário que deverão atuar junto dos clientes são o público-alvo da empresa em matéria de contratação. Um posicionamento semelhante ao da consultora imobiliária Re/Max, enquanto a PwC tem como requisito mínimo a licenciatura, privilegiando perfis com mestrado em nas áreas da Gestão, Economia, Finanças e outras.

?O sector do turismo mostra também sinais de dinâmica neste ranking com o Grupo Hotéis Real a anunciar a integração de 150 novos profissionais em 2015 e o Vila Vita Parc Resort & SPA a acrescentar à lista de oportunidade 131 novas vagas para preencher. Em qualquer uma das unidades, as oportunidades a gerar são semelhantes: house keeping, front office, guest service, cozinha, SPA, receção. A regra é qualificação, foco no cliente e paixão pela atividade hoteleira.?

O cenário em termos de estratégia de recursos humanos, onde se incluem as políticas de recrutamento, que sobressai da edição deste ano das 100 Melhores Empresas para Trabalhar demonstra, segundo Ana Cristina Silva, managing director da Accenture Strategy e responsável pela área de Talent & Organization em Portugal, Angola e Moçambique, que “os drivers de captação e de retenção dos melhores colaboradores estão a alterar-te”. Na análise que faz dos resultados da edição 2015 desta iniciativa conjunta com a revista Exame, a especialista destaca uma tendência crescente de heterogeneidade da força de trabalho que diz ser reforçada por uma “nova geração de profissionais que se motiva por uma combinação distinta de aspirações, quer a nível de recompensas financeiras, quer de tipologia e condições de trabalho, quer ainda de oportunidades de carreira que sejam mais ajustadas ao seu estágio de vida”.

Fatores que qualquer uma destas empresas deverá considerar na sua missão de atrair e reter os melhores talentos na sua equipa.?A contabilização realizada pelo Expresso Emprego focou as 100 empresas listadas no ranking, não conseguindo no entanto obter feedback junto de algumas das organizações. O número de oportunidades a gerar durante este ano por parte das organizações poderá ainda ser superior, na medida em que muitas das empresas confirmam a intenção de aumentar a sua equipa não tendo ainda definido o número de oportunidades a gerar até ao final do ano.



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