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Retoma do imobiliário dinamiza contratações

Retoma do imobiliário dinamiza contratações

Nos primeiros três meses do ano, a ERA Imobiliária vendeu cerca de 1750 casas em todo país, a um ritmo médio de 20 habitações por dia. Os responsáveis da consultora de mediação imobiliária asseguram que o mercado está a recuperar e os índices de recrutamento são disso um bom indicador. A empresa está a contratar consultores, mas também está a reforçar a sua equipa num projeto muito específico - o Casa Pronta - que tem vindo a conquistar o público.

02.05.2014 | Por Cátia Mateus


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Em 2013, o projeto Casa Pronta ERA registou um volume de faturação de 18 milhões de euros. Criado em 2012 por Isidro Fernandes, o serviço capaz de oferecer aos clientes uma solução de habitação chave-na-mão que possibilita a construção de um imóvel no terreno do cliente, no prazo máximo de um ano, com a equipa da ERA a assegurar todos os detalhes do processo (da construção à burocraria), rapidamente se estendeu a todas lojas da rede ERA. Dois anos depois da sua criação, o Casa Pronta assegura 120 postos de trabalho (74 indiretos e 46 diretos) e quer alcançar os 200 até junho.

Nos últimos meses, além dos empregos indiretos o Casa Pronta ERA recrutou mais de 40 profissionais e espera até junho integrar outros 40. Isidro Fernandes, responsável pelo projeto, explica que o projeto sempre teve uma boa aceitação do mercado e que o constante aumento do número de contratos assinados tem vindo a gerar a necessidade de reforçar as equipas associadas ao Casa Pronta que tem neste momento várias empresas a trabalharem diretamente e em regime de exclusividade com a ERA no âmbito deste serviço.

O conceito é simples: a empresa disponibiliza vários projetos de casas, de diferentes tipologias, arquiteturas e preços que variam entre os 80 e os 650 mil euros. Aos clientes é dada a possibilidade de personalização do projeto e a ERA assegura toda a sua concretização no prazo máximo de um ano. A criação do Casa Pronta ERA e o seu funcionamento implicou a contratação de diversos quadros superiores com qualificações na área da arquitetura, engenharia, informática, design, entre outras especialidades. Uma aposta que se mantém. A larga maioria dos 40 profissionais que a empresa quer integrar este ano são, segundo explica Isidro Fernandes, “essencialmente quadros superiores”. O responsável salienta as oportunidades existentes na área da engenharia civil, higiene e segurança no trabalho, arquitetura e também, para técnicos de obra como eletricistas, canalizadores, pintores, carpinteiros e outros. “Crescemos rapidamente, mas soubemos adaptar-nos ao mercado e às necessidades dos clientes”, explica Isidro Fernandes.

O projeto Casa Pronta foi pensado para o mercado nacional e não estão perspetivadas construções noutros países. O responsável confirma que não pretende internacionalizar o conceito, a não ser na área comercial. Isidro Fernandes esclarece que a ambição é “chegar às comunidades de emigrantes de uma forma direta e pessoal”, sendo por isso possível que a empresa venha a recrutar algumas pessoas para trabalhar fora de Portugal, mas apenas na área comercial. Todas as contratações técnicas, atualmente a decorrer, tem como finalidade reforçar equipas em solo nacional.

Na mira de Isidro Fernandes está a consolidação do projeto a nível nacional e a conquista de clientes entre os emigrantes portugueses. Para tal, o mentor do projeto quer continuar a atrair para sua equipa profissionais experientes, competentes e altamente qualificados nas suas áreas de especialização.

Comerciais na mira da rede
A acompanhar a recente dinâmica do mercado imobiliário nacional, muito potenciada também pelo arrendamento, a rede de mediação ERA está também a reforçar as suas equipas comerciais na linha de Cascais. Até ao final do ano, a marca deverá recrutar 48 novos consultores para as lojas ERA de Cascais, Oeiras, Carcavelos, Paço de Arcos, Estoril e S. Domingos de Rana. Os responsáveis da rede explicam que “as lojas têm atualmente equipas comerciais compostas por cerca de oito elementos, estando previsto crescimento para o dobro dos colaboradores”.

No primeiro trimestre deste ano, as várias lojas da ERA na linha de Cascais registaram vendas médias no valor de 127 mil euros. Os imóveis mais procurados foram os de tipologia T1, logo seguidos dos T2 e T3. A maioria dos clientes foram estrangeiros. Uma realidade que se reflete no perfil de comerciais que a empresa procura. A prioridade da marca vai para perfis com qualificações mínimas ao nível do 12º ano e fluência em inglês. A restante formação necessária será assegurada pela empresa, em função das suas práticas e necessidades.



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