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Capgemini está focada em Évora

Capgemini está focada em Évora

Um ano depois de ter implantado em Évora o seu Centro de Serviços Remotos, cuja perspetiva inicial era criar em três anos 150 novos postos de trabalho, a Capgemini ampliou as metas e iniciou um novo processo de contratação. Jorge Martins, CEO da Capgemini Portugal, fala em 30 novos elementos que ainda este ano deverão integrar a empresa. Em 2016 o número de profissionais volta crescer.

20.11.2015 | Por Cátia Mateus


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Até 2017, a consultora Capgemini quer somar 250 profissionais no seu Centro de Serviços Remotos, em Évora. O número representa um acréscimo de 100 novos postos de trabalho face aos 150 inicialmente avançados na inauguração da plataforma, no ano passado. Jorge Martins, CEO da Capgemini Portugal reforça a função estratégica que a plataforma tem para a empresa e a aposta vital que está a ser realizada na captação de talento e na constituição de uma equipa altamente qualificada. Atualmente com 50 elementos, o centro tem ativo um processo de recrutamento que deverá conduzir à empresa 30 novos profissionais, ainda antes do final deste ano. Para 2016, a meta volta a ser contratar.?

Criado em 2014, num contexto de consolidação da estratégia da Capgemini para o reforço da capacidade de desenvolvimento e inovação de serviços de tecnologias de informação a nível mundial, o Centro de Serviços Remotos da empresa em Évora, é o resultado de uma parceria com a AICEP e o IEFP, enquanto organismos centrais, e de uma forte sinergia coma Universidade de Évora, o Instituto Politécnico de Portalegre, as autarquias locais e o Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo. De resto, relembra Jorge Martins, que foram exatamente as fortes valências competitivas da região - a sua rede de infraestruturas, a proximidade com centros universitários, a facilidade de acessos rodoviários e aeroportuários “e, acima de tudo, a capacidade para o desenvolvimento de competências técnicas nos domínios da engenharia e das tecnologias de informação” - que determinaram a seleção de Portugal e Évora para a implantação deste centro global da consultora.

O centro “tem atualmente como foco único a tecnologia salesforce.com, complementando a oferta da Capgemini nesta área, na área de desenvolvimento aplicacional em cloud computing”, explica o CEO. Do seu primeiro ano de atividade, Jorge Martins faz um balanço positivo: “conseguimos superar os objetivos iniciais que tínhamos planeado, em matéria de número de elementos e de nível de certificações técnicas”. A partir desta plataforma, a empresa trabalha com organizações de referência na Europa, desde Espanha, França, Alemanha e Reino Unido. ?Face à crescente dinâmica da sua atividade, o centro tem vindo a ampliar a equipa e perspetiva para os próximos meses uma aposta intensa em novas contratações.

A maioria dos 50 elementos que já entregam a equipa do centro são oriundos da Universidade de Évora e do Instituto Politécnico de Portalegre, com formação nas áreas da matemática, ciências, engenharia, lógica e programação. Contudo, esclarece o CEO, “estamos muito à frente do objetivo inicialmente proposto pela Capgemini e precisamos de continuar o esforço de recrutamento, pois a ambição de termos um centro maior em Évora depende da oferta e do número de candidatos que encontrarmos”.?A empresa que está em processo de recrutamento para 30 vagas, está a alargar a sua base de recrutamento a outras zonas do país, “sobretudo para recrutar jovens da região que por não terem oferta de emprego se viram obrigados a procurar trabalho noutras cidades”.

Para Jorge Martins, é altamente relevante esta aposta permanente em “abrir as portas a todos os que queiram regressar a Évora e fazer parte de um projeto inovador, mostrando que, a partir de Évora, é possível fazer o que de melhor se faz a nível europeu neste momento em tecnologias de ponta”. A ambição da empresa é, assegura o CEO, “ter pelo menos 250 consultores até final de 2017, cerca de 60% mais do que prevíamos para esse período. Neste momento não está em causa a procura pelos nossos serviços, mas sim a capacidade de recrutarmos recursos com qualidade para o efeito”.



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