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APESPE cria portal de recrutamento

APESPE cria portal de recrutamento

A APESPE está rendida à potencialidade das tecnologias ao serviço do recrutamento e criou esta semana o seu portal de emprego.
15.01.2010 | Por Cátia Mateus


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A Associação Portuguesa das Empresas do Sector Privado de Emprego (APESPE) está decidida em não perder o comboio das novas tecnologias e acaba de criar esta semana um novo portal de emprego. A nova ferramenta, incubada no próprio sítio da associação (em www.apespe.pt ) não se restringe a trabalhadores temporários, mas sim ao público em geral e conta já com 210 candidatos inscritos e cerca de 250 ofertas de emprego espalhadas por todo o país. Para Marcelino Pena Costa, presidente da APESPE, este é apenas o primeiro passo numa abordagem mais global da associação que quer tirar o maior partido das tecnologias no combate ao desemprego e que se prepara já para uma investida em força nas redes sociais. Sem pudores, o líder refere que este portal ambiciona a liderança de mercado.

De acesso gratuito e com valências que vão além da bolsa de emprego, o novo portal assume-se como “uma forma privilegiada de contacto entre a APESPE e os candidatos a emprego”, numa altura em que o número de desempregados no país não pára de crescer. Além das ofertas de emprego, o sítio disponibiliza informação sobre legislação laboral, esclarecimentos sobre direitos e obrigações do trabalhador, vantagens do trabalho temporário e dicas úteis para quem procura um lugar no competitivo mundo laboral.

Para Marcelino Pena Costa, esta aposta surge como uma expansão natural daquela que tem sido a abordagem da APESPE e a sua linha de actuação. “Queremos dar mostras práticas de que existe um sector público de emprego e outro privado e não temos a mínima dúvida de que o futuro do recrutamento passa por ferramentas como estas e como as redes sociais”, explica o líder. Segundo Marcelino Pena Costa, apesar da sua curta existência o portal tem tido grande adesão por parte de empresas e candidatos, mostrando a sua utilidade e inúmeras potencialidades. “O candidato demora escassos minutos a fazer o seu registo e deixar as suas referências e sempre que elas se coadunem com as necessidades das empresas associadas, receberá um e-mail (e em breve uma mensagem de sms) com a indicação de que deverá contactar determinada empresa”, explica o presidente da APESPE.

Com um optimismo visível, Marcelino Pena Costa entende este investimento da associação como “um importante passo no combate ao desemprego, integrando-se num conjunto de acções previstas para os próximos meses e nas quais se pretende contar com o envolvimento empenhado das empresas associadas e de outras entidades, entre as quais o próprio Governo”.

Uma das grandes prioridades da associação em matéria de fomento ao recrutamento passa pelo investimento nas redes sociais que estão a ser cada vez mais utilizadas como elo de proximidade entre empresas e candidatos. Marcelino Pena Costa diz não ter dúvidas de que o futuro do recrutamento passa também por aqui e “ainda que em Portugal as coisas levem o seu tempo a acontecer, queremos investir muito nestas ferramentas e criar também no site um chat que permita a aproximação dos candidatos às empresas, o esclarecimento de dúvidas e demais questões”.

De acordo com dados desta associação, o sector do trabalho temporário facturou 800 milhões de euros em 2009. E ainda que este número represente uma quebra de 20% face a 2008, o sector matem o seu dinamismo e emprega aproximadamente 100 mil pessoas, muitas delas licenciadas tornando-se notória a crescente qualificação deste tipo de trabalho.

Para Marcelino Pena Costa, a retoma do mercado não se perspectiva para breve, mas “2010 será o ano de abertura à discussão sobre o sector do emprego, o que é um bom princípio”. O novo portal de emprego da APESPE reúne as 40 empresas associadas (as mais representativas dos sector do trabalho temporário, detendo 70% do mercado) e numa semana alcançou as 250 ofertas e 210 candidatos inscritos.



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