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Altitude procura “agentes de mudança”

Altitude procura “agentes de mudança”

A sua base de formação não são as tecnologias de informação, mas é neste sector que Rui Santos tem consolidado a sua carreira nos últimos 15 anos. Entrou no mercado de trabalho aos 20 anos, como técnico financeiro da Pioneer em Portugal, e aos 27 já liderava na sede ibérica da empresa. O atual diretor de recursos humanos da tecnológica Altitude Software é um gestor focado em objetivos, mas atento à motivação da sua equipa.

20.03.2015 | Por Cátia Mateus


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“Sou muito exigente com a minha equipa, mas acima de tudo sou exigente comigo próprio”. O desabafo do recém-nomeado diretor de recursos humanos da tecnológica portuguesa Altitude Software, Rui Santos, diz mais da sua estratégia de gestão do que a uma primeira análise poderia parecer. O gestor que acumula a direção financeira da empresa à sua missão de gerir os melhores talentos, posicionando-os em função dos objetivos da empresa gere uma equipa de 14 elementos em Portugal e prepara-se para contratar pelo menos mais 30 já este ano. No seu radar estão candidatos que se destacam pela excelência da sua formação em escolas reputadas, mas também perfis dinâmicos “que cheguem com vontade de mudar a empresa”. São esses que procura.

Fazer acontecer é o seu foco e na Altitude são múltiplos os patamares que quer alcançar. O primeiro é, desde logo, transformar o centro de serviços partilhados de Lisboa numa referência a nível mundial. Para isso Rui Santos tem como primeira estratégia liderar as suas equipas pelo exemplo e em situação de necessidade de reforço, “incorporar apenas os melhores”. O gestor confirma que atrair excelência é um foco tão importante no quotidiano da empresa como os resultados do negócio. “É para isso que trabalhamos todos os dias”, explica o diretor de recursos humanos enfatizando que “o nosso grande objetivo atual é consolidar a posição da empresa nos principais mercados de atuação e afirmar no mercado uma nova geração de soluções de gestão das interações nos centros de contacto”.

Para isso, Rui Santos está apostado em reforçar a equipa nacional com um leque de 30 jovens talentos com personalidade, flexibilidade e foco no objetivo. Entre as áreas que deverão absorver o maior número de candidatos a recrutar estão a área de I&D, os Serviços Profissionais, o Apoio ao Cliente, mas também as vendas. Fruto da estratégia de expansão da Altitude Software, as novas oportunidades profissionais não deverão apenas ser geradas em território nacional. “Este ano recrutaremos para cerca de 50 posições na Europa e América Latina”, explica Rui Santos. A nível global, a Altitude Software assegura já 350 empregos diretos, maioritariamente com perfis da área da engenharia, tecnologias de informação e programação. Nos últimos anos a empresa nacional tem traçado uma rota de expansão e crescimento a que o diretor de RH quer dar continuidade tanto mais que, como refere, “este é um projeto profissional mas também pessoal. É um privilégio contribuir para o progresso de uma empresa de referência no software e na inovação made in Portugal”.

Rui Santos
36 anos
Diretor de recursos Humanos da Altitude Software

Formação:
É licenciado em Contabilidade e Finanças pela Escola Superior de Ciências Empresariais do Instituto Politécnico de Setúbal e pós-graduado em Fiscalidade pela Universidade Católica Portuguesa.

Percurso:
Iniciou a carreira como técnico financeiro na Pioneer Technology Portugal, onde permaneceu por cinco anos, até transitar para a operação ibérica da empresa. Na Pioneer Electronics Ibéria foi diretor financeiro (entre 2006 e 2009) e, posteriormente, diretor de operações. Em 2013 aceitou o desafio de integrar a equipa da tecnológica Regenersis Portugal onde se manteve até este ano, altura em que assumiu a direção financeira e de recursos humanos da Altitude Software.

Família:
É casado e pai de dois filhos.

Desafio atual:
“Tornar o centro de partilha de serviços corporativos do grupo Altitude Software em Lisboa uma referência a nível undial”.

Maior dificuldade de carreira:
Gerir a mudança em termos de mentalidade, comportamentos e até processos. “A aversão à mudança é sempre uma das maiores dificuldades”, realça.

Competências que mais valoriza:
Personalidade, flexibilidade e foco no objetivo.

Recrutamentos previstos:
30 vagas em Portugal em 2015.



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